Gestação de gatas – Do início ao nascimento dos filhotes

Por Fábio Toyota

Quando o dono recebe a notícia que sua gatinha está grávida, muitas preocupações passam pela sua cabeça sobre bem-estar, alimentação e saúde dos filhotes. Algumas gatinhas sofrem grandes mudanças enquanto estão gerando filhotes, mas em outras a mudança é mais suave. O procedimento ideal é fazer exames e se certificar que a saúde da gatinha está perfeita para uma gestação de gatas saudável.

Identificar a gestação da gata e fazer os primeiros cuidados é importante

A maioria dos donos demora algum tempo até perceber as mudanças no corpo e na personalidade que ocorrem durante a gestação de gatas. É bom cuidar o último cio e perceber se houveram algumas mudanças no comportamento da gatinha algumas semanas depois.

Gatas grávidas costumam ficar menos ativas depois de algumas semanas e mais arredias do que o normal, além de, dependendo da quantidade e do tamanho dos filhotes, sua barriga costuma inchar também mais do que o normal. Os mamilos ficam mais cheios e rosados, e os pelos da barriga começam a se afastar a medida que esse aumento acontece. Se sua gatinha demonstrar esses indícios, a leve imediatamente ao veterinário.

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Assim como em mulheres grávidas, o acompanhamento médico na gestação de gatas é importantíssimo, principalmente no início. Levá-la para fazer ultrassom é essencial para a saúde tanto dos filhotes quanto da mãe. A ultrassonografia só é efetiva para confirmação diagnóstica a partir do vigésimo quinto dia de gravidez e é indicada para ver viabilidade dos fetos e idade da gestação. Para a contagem de filhotes, indica-se a radiografia de abdômen, que é efetiva a partir dos 45 dias de gestação, este exame é muito importante para em caso de parto normal o tutor saber quantos filhotes ainda tem para nascer.

gestação da gata dura em torno de 60 a 65 dias no máximo, e com o ultrassom e alguns exames o veterinário vai poder dar uma data aproximada do parto. O dono vai poder fazer toda a preparação, assim como ter dicas de alimentação e adaptação que a casa deve ter para receber a gatinha e os filhotes. Se a gatinha não possui todas as vacinas necessárias, o médico vai orientar corretamente como devem ser os cuidados com a felina durante a gestação para evitar doenças.

Alimentação correta e muito carinho sempre

Carregar filhotes não é uma tarefa fácil para nenhuma espécie animal, a futura mamãe deve se sentir confortável o máximo possível durante a gestação. Ao conversar com o veterinário, o dono deve pedir dicas de nutrição e vitaminas, pois a gatinha estará comendo por vários e não pode ficar abaixo do peso ou mal nutrida. Há muitas rações e vitaminas especiais para dar a gatas durante a gestação, para ajudar no desenvolvimento dos filhotes, para que eles não nasçam com nenhuma deficiência de nutrientes. O indicado é que a mãe comece a comer ração de filhotes e continue até o final da amamentação.

O comportamento da gatinha vai mudar, já que os hormônios estarão mais alterados durante essa etapa. O dono deve se preparar para lidar com possíveis reações irritadas ou de isolação e saber agir com sua gatinha. Ela deve ser sempre rodeada de carinho e proteção, pois quando der a luz e precisar de uma possível ajuda do dono, ela se sinta a vontade para deixá-lo chegar perto e ajudar.

Uma ótima dica para manter sua gatinha prenhe confortável é fazer uma caixa de maternidade, para que ela possa dar a luz e cuidar dos filhotes recém-nascidos em um lugar limpo e seguro. Gatas  grávidas costumam procurar locais isolados e arejados para dar a luz, então é bom preparar a caixa e deixá-la em algum lugar fora da circulação de pessoas e longe do sol e do calor.

A caixa deve ser de um tamanho suficiente para a gatinha acomodar todos os filhotinhos e se acomodar também, podendo se esticar e mudar de posição. É bom, também, que a caixa seja alta o suficiente para os filhotes ficarem seguros, e muito bem forrada e acolchoada para deixá-los bem à vontade.

Quando chegar a hora do parto, mantenha-se alerta

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Os animais normalmente não necessitam de muita ajuda de humanos para dar a luz, mas é importante ter na consciência que é um momento difícil e doloroso para sua bichana. Quando estiver se aproximando do fim da gravidez, tenha muito cuidado onde sua gatinha vai ficar, para ela não correr nenhum risco de ter algum acidente ou adoecer e sofrer aborto. Deixe que ela se alimente bastante e beba muita água, vai ser importante para ela se manter nutrida após o nascimento dos bebês.

Perto do dia de dar a luz, o útero da gata vai descer e seu corpo começa a dar sinais de que está pronto para o parto. Aproveite para apresentá-la à caixa de maternidade ou ao lugar onde ela poderá ter os filhotes, com carinho e cuidado, para ela entender que ali é um lugar seguro. Nesse momento, a gata gestante pode perder um pouco do apetite e da agilidade, o dono deve se certificar de que ela continua hidratada e alimentada, mesmo que tenha que forçar um pouco para isso acontecer.

Deixe toalhas preparadas para o uso quando precisar limpar o sangue e sempre verifique sua gatinha e como está a sua situação. O parto pode levar horas e ter várias complicações, então o dono deve se manter alerta às reações da mãe e à saúde dos filhotes, pois alguns podem não conseguir respirar imediatamente devido à mucosa em volta do seu nariz. É essencial ter sempre o número de um veterinário que atenda a hora em que for necessário ou um hospital ou clínica 24 horas que poderão atendê-los.

E com as complicações, o que fazer ?

No momento do parto de uma gata, existem algumas complicações que podem ser facilmente contornadas pelo tutor da gatinha e outras que necessitam da ajuda de um veterinário, algumas gatas, principalmente as novinhas, podem ainda não ter aptidão para serem mães. Neste caso, no momento do parto, o instinto não é o bastante para uma boa manutenção da vida do filhote, sendo necessária a ajuda do tutor, principalmente para a retirada da placenta que envolve os gatinhos recém-nascidos, a ligadura e o corte do cordão umbilical. Muitas pessoas não conseguem fazer este processo por isso é indicado neste caso a presença de um médico veterinário.

É muito importante controlar o tempo a partir do momento que se iniciou o trabalho de parto, pois é determinante para a chance de vida dos filhotes e até da mãe. A partir do momento em que a mãe iniciar o trabalho de parto (contrações abdominais, secreção clara ou esverdeada saindo pela vagina) começa a contar o tempo, para sair o primeiro filhotes podemos esperar no máximo até duas horas – isto com a fêmea em bom estado de saúde -, caso em menos tempo a gatinha apresentar exaustão o indicado é correr para o médico veterinário para uma possível cesariana.

A partir do nascimento do primeiro filhote o procedimento é o mesmo, pode-se esperar até duas horas com a gata em boas condições, caso o período ultrapasse duas horas ou a mamãe entre em exaustão deve-se dirigir ao médico veterinário imediatamente e provavelmente será necessário a cirurgia de cesariana.

Após o nascimento 

Após os filhotinhos nascidos e seguros, os mantenha protegidos e deixe que a mãe os cuide e os limpe nos primeiros dias, é um ritual para elas. E lembre-se de jamais abandoná-los ou dar um fim triste a eles, mesmo que a gestação não tenha sido planejada, os filhotes da sua gatinha merecem tanto o amor de um dono quanto a mãe tem. Lembre-se, sempre, que os filhotinhos precisam ser vacinados corretamente a fim de que se garanta a maior qualidade possível em sua saúde.

Fonte: Site Cachorro Gato

Fruta para cães – Fique atento!

Por Ricardo Tubaldini

Frutas para cães podem levar diversos benefícios e nutrientes a seu pet, no entanto, é necessário que certos cuidados sejam tomados na administração desse tipo de alimento. Enquanto algumas frutas podem ajudar os cachorros a retardar o envelhecimento, manter a imunidade do animal alta, ajudar no fortalecimento dos ossos e até diminuir a chance de desenvolver câncer, outras podem prejudicá-los, provocando desde diarréias até transtornos gastrointestinais graves.

As frutas cítricas, por exemplo, são algumas das mais prejudiciais para os cachorros, que tem estômagos extremamente sensíveis e sofrem com a acidez de frutos como abacaxi, laranja, mexirica e morango em grandes quantidades. As uvas e as passas também podem ser citadas no time das contraindicações de frutas para cães, assim como o abacate, que conta com uma substância chamada Persin em suas propriedades, capaz de causar intoxicações graves nos cachorros.

 

Lembrando que as refeições habituais com ração para cachorros do seu pet jamais devem ser substituídas por porções de frutas, há muitas opções disponíveis para deixar seu animalzinho feliz sem causar danos, e banana, manga e maçã são ótimos exemplos. Além de estarem entre as frutas preferidas dos cães, tem a capacidade de ajudar nas funções intestinais dos animais, mantendo saudável o organismo dos bichinhos.

Frutas como melão, melancia, pêra, kiwi, mirtilo, caqui e goiaba também podem trazer benefícios, mas devem ser oferecidas ao pet em quantidades moderadas e, em boa parte dos casos, tendo suas cascas removidas.

Até os seis meses de idade, no entanto, não é recomendado que fruta alguma seja adicionada a dieta do animal, que necessita de uma alimentação balanceada e específica durante seus primeiros meses de vida. Devendo ser oferecidas aos cães como uma forma de recompensa, as frutas devem ocupar no máximo 20% da alimentação diária de cães adultos, que podem manter a saúde com a quantia adequada desse “petisco”.

Fonte: Site Cachorro Gato

Coprofagia: meu cachorro come côco

Por Raquel Madi

Se você anda se perguntando “Meu cachorro come cocô, o que devo fazer?”, saiba que este ato é muito comum. O fato do cachorro comer cocô, principalmente quando ainda filhote, é uma alteração animal que existe várias teorias do seu motivo, mas a questão ainda vai muito do protocolo de cada veterinário.

Para a coprofagia (nome correto do ato do cachorro comer cocô), existem vários fatores que podem causá-lo, como fatores enzimáticos, enzimas pancreáticas, pancreatite crônica etc., mas na maioria das vezes são fatores comportamentais, para chamar atenção do dono ou inclusive ansiedade.

A superalimentação também pode causar a coprofagia em cães. O animal recebe alimentação em grande quantidade uma vez ao dia, o que causa sua má digestão e logo quando estiver com fome fará o cachorro comer cocô.

 

Cropofagia - Meu cachorro come cocô

Um erro comum é a punição excessiva quando o animal defeca em um local inapropriado. O dono briga com o cão, que então come o coco para evitar uma nova represaria.

Na maioria das vezes que o seu cachorro come fezes está ligado ao comportamento do animal, seja para chamar a atenção do dono ou um costume antigo. O cachorro pode comer cocô até para “ajudar”, por exemplo, quando ele defeca, imediatamente o dono retira as fezes, isso o faz pensar que as fezes não devem ficar ali, então após defecar ele come o coco.

A grande dica para o treinamento do seu cachorro a parar de comer seu próprio cocô é ensinando o “não”, ou seja, o estímulo negativo toda vez que ele for no ato, brigando ou assustando o cão.

Uma vez estabelecido que comer coco é errado, não se deve retirar as fezes na frente do animal. Quando o animal defecar, não retire as fezes imediatamente, apenas observe. Caso ele tente comer o coco novamente, faça o estímulo negativo e retire o animal do recinto quando realizar a limpeza.

Conheça, a seguir, os principais motivos que influenciam a coprofagia, saiba que tipo de problemas esse hábito pode trazer para o seu pet e como agir para evitar que ele continue com o comportamento:

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As causas da coprofagia

Conforme explicado anteriormente, a coprofagia pode tanto ter motivações comportamentais como metabólicas, e identificar a origem do problema é uma das primeiras providências a se tomar para poder excluir esse hábito da vida de um pet. Como sempre ressaltamos, a visita a um médico veterinário, neste momento, é fundamental – já que, somente um profissional poderá distinguir com clareza as causas desse comportamento e indicar o tratamento mais adequado.

Embora, na maioria dos casos de coprofagia, o cachorro coma as suas próprias fezes; há muitas ocasiões em que o cocô ingerido é de origens diferentes, e os cachorros podem comer tanto as fezes próprias como as de seus filhotes, de outros animais (como gatos ou outros cães) e até de seres humanos.

Mesmo sendo bastante difícil a identificação da origem do problema, testes e exames mais profundos podem apontar uma motivação mais concreta se o caso for desencadeado por uma deficiência nutricional – no entanto, a maioria das ocorrências desse hábito tem uma fundamentação comportamental, tornando as causas indeterminadas e até mais complicadas de resolver.

Abaixo, você conhece algumas das principais situações que podem influenciar no aparecimento da coprofagia em cães:

  • Fome: tendo em vista que as fezes não são repugnantes para os cães, eles podem acabar comendo-as pelo simples fato de estarem fome e não terem alimentos apropriados disponíveis.
  • Deficiência nutricional: a carência nutritiva no cachorro pode fazer com que ele busque nutrientes nas fezes de outras espécies, que podem ser consideradas pelo animal, até mesmo, como um petisco.
  • Deficiência de enzimas digestivas e pancreáticas: nestes casos, o fornecimento adequado das enzimas que faltam ao animal já podem resolver o problema.
  • Má digestão: a ingestão exagerada de alimentos pode fazer com que não sejam digeridos de maneira correta. Com isso, o cocô cheio de alimentos pode se tornar atarente para um cachorro com fome.
  • Vermes: a presença de vermes pode levar o cão a uma deficiência nutricional, desencadeando a coprofagia.
  • Filhotes recém-nascidos: cadelas que acabaram de dar cria tendem a se alimentar das fezes de seus filhotes para manter o ninho limpo.
  • Tédio, ansiedade e estresse: esses tipos de sentimento podem contribuir para o aparecimento de uma série de comportamentos estranhos dos cães, incluindo a coprofagia. Cães que ficam presos ou sozinhos durante períodos muito longos tendem a desenvolver o problema com mais frequência.
  • Falta de atenção dos donos: o animal pode comer as próprias fezes para chamar a atenção do dono, já que, quando isso ocorre, ele se torna o centro das atenções para seu proprietário (mesmo que seja alvo de reprimendas).
  • Punição excessiva: quando o cachorro defeca no local errado e é muito punido por isso, pode acabar comendo seu próprio cocô para evitar novas broncas.
  • Distribuição errada de espaço para o animal: manter muito próximos os locais em que o cachorro dorme, se alimenta e faz suas necessidades pode levar a este tipo de comportamento, fazendo com que o animal coma suas fezes para manter o espaço mais limpo.

Problemas da coprofagia em cães

Os riscos da coprofagia em cães que se alimentam das próprias fezes não são tão grandes quanto os dos pets que ingerem os excrementos de outros animais – já que, ao comer o cocô de outros cachorros ou gatos, o bicho corre o risco de ser contaminado por bactérias, parasitas, vermes, zoonoses e uma série de outros problemas que podem ser encontrados nas fezes de tais animais, prejudicando a sua própria saúde e até mesmo a de seus donos (ou outros animais com que tenha um contato mais direto).

Embora as consequências deste hábito possam ser simples e fáceis de tratar – como uma diarreia – também há casos em que a ingestão de fezes de outros animais pode provocar o surgimento de doenças perigosas e até fatais. Portanto, buscar uma solução para o problema deve ser algo no foco de atenção de todo dono de pet com coprofagia.

Como evitar a coprofagia

Consultar um médico veterinário é a primeira medida que deve ser tomada ao notar esse comportamento no seu pet, para que um diagnóstico preciso possa ser feito e o tratamento mais adequado seja indicado. Caso a origem do problema seja alguma doença ou deficiência nutricional, a exclusão do problema e a adoção de uma dieta mais completa já podem ser o suficiente para acabar com o hábito; no entanto, motivações comportamentais exigem mais cuidados.

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Confira, abaixo, algumas dicas valiosas para controlar o hábito do seu pet canino de comer cocô:

  • Evite deixar que sujeira e as necessidades do cão se acumulem nos ambientes em que ele circula
  • Evite brigar demais com o cão quando ele urina ou defeca em locais errados, e busque técnicas de adestramento para impedir que isso aconteça, ao invés de ser agressivo com o animal
  •  Mantenha o animal na coleira enquanto ele faz suas necessidades, e o distraia quando terminar para que não busque as próprias fezes
  • Alimente seu pet com uma dieta balanceada e três refeições diárias, impedindo a carência de nutrientes e a má digestão
  • Leve seu pet ao veterinário com frequência para a realização de check-ups de rotina
  • Mostre ao cão que aquele hábito é errado, chamando sua atenção com um alto e sonoro “não” toda vez que ele repetir o comportamento

Crie uma rotina de distrações para o animal sempre que ele fizer suas necessidades; oferecendo petiscos, brinquedos e carinhos para desviar sua atenção das fezes.

Fonte: Site Cachorro Gato

American Staffordshire Terrier

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American Staffordshire Terrier (amstaff) é um cão que tem uma reputação de violento e agressivo, mas longe desta crença, os donos de amstaffs afirmam que este é um dos animais mais calmos. Por outro lado, se a agressividade for estimulada com métodos firmes, ele pode tornar-se um animal incontrolável. Suas extraordinárias mandíbulas podem causar danos enormes para qualquer outro animal, inclusive os maiores que ele.

Origem

A origem do American Staffordshire Terrier é bastante complexa. Descendem das raças Old English Bulldog, Terrier Inglés e Old English Terrier. No início, este cão foi utilizado em brigas de cães e touradas, atividades que são consideradas ilegais na maior parte do mundo. Atualmente, o American Staffordshire-Terrier deixou de ser um cão agressivo para ser um agradável cão de companhia.

Comportamento

O American Staffordshire Terrier é corajoso, forte, resistente, musculoso, obstinado e tenaz. Devido a estas qualidades, tem sido utilizado como um cão de luta, mas se não for educado para esse fim, é amigável com os humanos. Sempre está atento ao que acontece ao seu redor e é um cão protetor com a sua família e o lar.

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Aspectos

O American Staffordshire-Terrier é um cão musculoso, ágil e elegante. Seu pelo é curto, tenso, duro ao toque, brilhante e pode ser de qualquer cor. Tem um rabo curto e geralmente cortam as orelhas curta, em semi-rosa ou erguidas, mas esse procedimento é proibido na maior parte dos países, atualmente.

Cuidados Específicos

Devido a seu caráter e suas origens, o American Staffordshire-Terrier é um cão que deve ser domado desde muito pequeno e não se pode deixar passar nada durante sua educação, para que não tenham problemas futuros. Aprende com rapidez e é fácil de adquirir maus hábitos.

É necessário que este cão faça exercícios regularmente, mas pode adaptar-se a viver em um apartamento se tiver passeios diários.

Saúde

O American Staffordshire-Terrier é um cão muito saudável, embora alguns possam sofrer com alguma tendência de ter cataratas, problemas de coração e displasia coxofemural.

Fonte: Site Cachorro Gato

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Dicas de Amigo – Xixi no Lugar Certo (clique aqui para assistir o vídeo)

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Nesse vídeo, Alexandre Rossi dá dicas de como ensinar seu cachorrinho a fazer xixi no lugar certo, mostrando como usar corretamente tapetes higiênicos e estimulantes para facilitar o aprendizado do seu cãozinho.
Com muito carinho, amor e recompensa quando ele acertar, você e seu pet convivem cada vez melhor!

O Que Devo Saber Sobre Roupas Para Cães

Por Raquel Mad

Que as roupas para cães são ótimas opções para os donos que querem deixar seus cães ligados à moda, todos já sabem. O que acontece, porém, é que as roupas dos cachorros também podem ser interessantes para os cães que sentem frio, além de também poderem ajudar na prevenção de doenças.

Cachorros que dormem na parte de fora da casa ficam mais expostos às mudanças do clima, como queda de temperatura, ou até mesmo chuva. Mesmo que o Brasil não tenha tantos dias de frio, é importante cuidar da proteção do cachorro como se cuida dos outros membros da família.

Roupas para Cães

As roupas para cachorro, assim como as mantas e cobertores, ajudam o cão a se proteger do frio, principalmente no período da noite, onde a temperatura costuma cair mais. Cães, como os humanos, também tem pneumonia, então também precisam de aquecimento e cuidado nas épocas mais frias do ano.

E também é interessante destacar que cães de pelagem longa também sentem frio. Não são todos, mas é importante que o dono fique atento ao comportamento do seu cãozinho, para notar se ele sente a necessidade de mais aquecimento do que seus próprios pelos proporcionam.

O que observar na hora da compra da roupa para o cão?

Além do tamanho correto para o corpo do cachorro, também é interessante que as mangas não sejam muito compridas, pois isso pode dificultar a caminhada do cachorro, e até mesmo causar acidentes que o machuquem. A roupa para cachorro também deve possuir abertura na parte traseira, para que o cão possa fazer suas necessidades sem sujar a roupinha dele.

Não deixe a roupa no cão por muito tempo e não o force a usar!

Por mais leve que o tecido seja, as roupas aquecem o cão e podem acabar acumulando umidade. Por isso, é recomendado que ele não fique vestido o tempo todo, permitindo períodos para a pele respirar e evitando doenças, e dermatofitoses que são doenças de pele causadas por fungos.

Além disso, muitos cães não conseguem se adaptar às roupas para cães e não gostam de usá-las. Preste atenção no comportamento do seu cão usando a roupa e, se ele parecer não estar gostando, tire-a. Se ele ficar com frio, procure cobertores ou mantas, ou alguma outra forma de aquecê-lo, pois o que importa é que ele sempre se sinta confortável.

Principais Doenças dos Gatos

Por Ricardo Tubaldini

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As principais doenças dos gatos são uma realidade que surgem na vida felina e é sempre importante sabermos o que está acontecendo. Confira as principais doenças dos gatos:

FELV – Leucemia Felina

O vírus da leucemia felina (FelV) causa uma variedade de desordens neoplásicas, degenerativas e doenças no sangue. Geralmente, os gatos são infectados a partir do contato íntimo com portadores assintomáticos, ou seja, que apesar de terem a doença, ainda não a apresentam fisicamente. Aliás, podem ser infectados durante a tosa de pelos com outros gatos ou até mesmo o uso comum de comedouros e bebedouros. A incidência é maior nos animais de um a cinco anos de idade. Os gatos infectados pelo FelV podem permanecer assintomáticos por anos, sendo o tempo de vida médio de dois a três anos. A vacinação tem sido recomendada para todos os gatos filhotes (com menos de quatro meses de idade), pois o estilo de vida destes frequentemente muda após a serem vendidos, podendo tornar-se expostos ao vírus. Além disso, os filhotes têm maior probabilidade de desenvolver a forma progressiva da infecção se forem infectados.

RINOTRAQUEITE – Complexo Respiratório dos Felinos

É mais frequente em lugares que abrigam muitos gatos incluindo gatis de criação, entidades de proteção animal e residência que possuem grande quantidade de gatos e/ou adquirem com frequência novos animais. Os principais sintomas estão relacionados à doença do trato respiratório superior com espirros, secreção ocular ou nasal, falta de apetite, prostração, úlceras na cavidade oral. O vírus da herpes e o calicivírus são responsáveis por aproximadamente 90% dessas infecções. Os cuidados de saúde rotineiros como vacinação regular, separação de gatos em grupos com base na suscetibilidade e probabilidade de infecção, cuidados para limpeza e desinfecção, ventilação adequada.

FIV – AIDS FELINA – Vírus da imunodeficiência felina

É um vírus morfologicamente semelhante ao vírus da AIDS humana, porem são contraídos de maneira distintas.
Gatos machos, não castrados, de vida livre com comportamento agressivo de morder são os mais infectados.
Os sintomas normalmente são inespecíficos, os gatos infectados podem apresentar febre, perda de apetite, emagrecimento e prostração. Infelizmente, não existe cura para esta doença e nem vacina, portanto o isolamento desses gatos serve para minimizar infeções bacterianas secundárias uma vez que são animais imunossuprimidos, ou seja, com baixa imunidade.

PIF – Peritonite infecciosa felina

Ocorre normalmente em ambientes com muitos gatos, entre animais com menos de 5 anos de idade e com mais de 10 anos. Pode vir com sintomas inespecíficos como: perda de peso, febre, perda do apetite, dificuldade respiratória e alterações no sistema nervoso central como convulsão e incoordenação.
A presença de líquido no abdômen e no tórax podem ser vistos em gatos como a forma efusiva da doença.
A evolução da doença leva a óbito em quase 100% dos casos. A forma diagnóstica é vista somente pela necrópsia e infelizmente não existe vacina.

DTUIF – OBSTRUÇÃO URETRAL – Meu gato parou de urinar

Esta doença é de trato urinário inferior em felinos. Os gatos que apresentam esta doença podem apresentar dificuldade e/ou dor para urinar, sangue na urina, maior frequência urinária e, mais comum em gatos machos, a obstrução uretral (quando o gato tenta urinar e não consegue). Nestes casos, se o animal não for o mais rápido possível ao veterinário, corre grande risco de vir a óbito. Alguns cuidados como a ração para gatos de boa qualidade, caixas higiênicas com areia própria para gato (quantidade ideal de caixas é o número de gatos no local mais 1 caixa extra), bebedouros com boca larga e água fresca já podem evitar este problema.

Fonte: Site Cachorro Gato

Cirurgias ortopédicas – luxação patelar em cães

As luxações patelares são problemas constantes apresentados a médicos veterinários, podendo causar desde incômodo a agravações na andadura dos animais

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A patela é um osso sesamóide pequeno e com formato triangular que desliza pelo sulco troclear, se articulando com o fêmur ou também descrito como porção ossificada do tendão do quadríceps e é uma estrutura que exerce um papel importantíssimo fazendo o equilíbrio do mecanismo extensor da soldra. Quando há o deslizamento deste osso por cima da crista troclear, tanto para a porção medial, quanto lateral, temos as denominações luxação patelar medial e luxação patelar lateral.

As luxações podem ocorrer por dois fatores: por traumas ou de forma congênita, que se dá quando o animal apresenta um mau desenvolvimento do sulco onde fica a patela, não sendo profundo o suficiente para alojar a mesma e impedir que ela se movimente lateralmente. Essa patologia ocorre com bastante frequência, principalmente em raças pequenas, como Poodles e York Shires e na maioria das vezes só é identificado por um exame clínico completo por não apresentar sintomas nem sinais.

Quando sintomática, apresenta dor ao apoiar o membro pélvico no chão, claudicação e até mesmo, dependendo do grau da dor do animal, o deixar apático, deitado ou andando levemente abaixado para não forçar a articulação.

Para indicar um tratamento condizente com a necessidade do animal é necessária a avaliação de um profissional através da palpação do membro e exames de imaginologia, como Raio X, onde o mesmo avaliará o grau de dor, incômodo e dificuldade em se locomover devido a luxação, prescrevendo ou não a cirurgia.

Apesar de alguns animais serem assintomáticos, principalmente se for diagnosticado quando filhote, é necessária a observação constante desse animal, pois pode acontecer com o tempo anormalidades na andadura do mesmo, como arqueamento do membro pélvico. A luxação pode ser uni ou bilateral.

A prescrição da cirurgia é feita em casos de luxação contínua, ou seja, que se apresenta com grande frequência pois, é uma cirurgia ortopédica que lida com articulação, logo, seu pós operatório é difícil e necessita de muitos cuidados do proprietário para manter o animal em repouso absoluto nos primeiros dias pós-cirurgia, administrar medicação prescrita e fisioterapia para o animal recuperar os movimentos do membro em menor período de tempo. Mas, apesar de necessitar de grandes cuidados, é uma cirurgia com imenso grau de sucesso, melhorando indiscutivelmente a qualidade de vida do animal.

Fonte: Saúde Canina (Revista Veterinária)

Nutrição para animais idosos

Por Giselda S Silva, médica veterinária (CRMV/SP 9691), 

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Presume-se que a alimentação de um adulto seja adequada para um cão ou gato idoso, mas deve-se levar em conta as mudanças desta fase, das quais podem interferir na vida do idoso como, procurar o alimento (por diminuição do olfato),mastigar (por doenças periodontais), digerir (por redução da digestibilidade) e levando em conta a possibilidade de uma doença clínica ou sub clinica pré existentes como doenças renais, hepáticas, cardíacas ou outras demais.

Devemos observar que mudanças no metabolismo corporal acontecem e, sendo assim, as necessidades calóricas também devem estar reduzidas em + ou – 20%, já que o idoso permanece menos alerta e a obesidade é um fator negativo para o sistema locomotor.

A quantidade de proteína deve ser observada, pois a capacidade de digerir e utilizar a mesma esta diminuída em razão da eficiência gastrintestinal, podendo provocar a progressão da doença renal crônica subclínica, hipertensão renal que esteja presumivelmente presente nos animais idosos. Por outro lado à restrição da ingestão proteica a um nível abaixo do considerado adequado também pode ser prejudicial, pois as proteínas são necessárias para a produção de hormônios, enzimas e reparação tecidual e pode reduzir a massa magra drasticamente ou levando esses animais a serem incapazes de responder a infecções, pois seu sistema imune nesta fase também já é reduzido.

Os níveis de Fósforo e Cálcio devem ser reduzidos pela mesma razão, de promoverem progressão de doenças renais. A necessidade nutricional de sódio nos idosos é muito baixa em decorrência da distribuição dos mesmos nos demais ingredientes da ração, mas a redução drástica também prejudicaria a palatabilidade, lembrando que animal fica mais seletivo nesta fase.

Hoje em dia tem-se dado à devida importância aos antioxidantes, pois eles ajudam a controlar a formação de radicais livres os quais são considerados os grandes formadores de doenças articulares, cânceres e a progressão do envelhecimento onde beneficiam as funções imunes e a habilidade cognitiva dos idosos. Estudos sugerem também a inclusão de sulfato de condroitina e glucosamina, pois aumentam a produção endógena de substancias na cartilagem e líquido sinovial, aliviando as osteoartrites.

As necessidades nutricionais de cães e gatos geriátricos não são significativamente distintas dos animais jovens, mas uma boa abordagem pratica é necessária com modificações individualizadas.  Um bom programa de manejo individualizado seria benéfico para os animais de idade avançada.

 

Fonte: Revista Cães e Gatos

Aumento de expectativa de vida faz crescer casos de Alzheimer em cães

Chamada de disfunção cognitiva, a doença pode levar animais de estimação a não reconhecerem o dono, além de outras mudanças no comportamento

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Os cães não estão livres das doenças degenerativas relacionadas ao envelhecimento. Muito parecido como Alzheimer em humanos, a disfunção cognitiva canina envolve uma série de mudanças comportamentais e pode se manifestar a partir dos sete anos de idade. Hoje com o aumento da expectativa de vida dos animais, os veterinários atestam maior número de pacientes com o problema. De diagnóstico complexo, afinal ainda não existe um exame específico para identificar a doença, a disfunção cognitiva costuma assustar no início, pois muda o cotidiano de cães e donos.

Segundo a médica veterinária Valéria Corrêa, diretora Técnica do Hospital Veterinário do Pet Center Marginal – 24 horas, entre as manifestações desta doença estão desorientação do cão (envolve momentos de agitação e/ou de sonolência), redução de atividade física, mudanças no padrão do sono, perda de memória visual e alteração nos hábitos de higiene. “São animais que passam a urinar e defecar em qualquer lugar, deixam de interagir com a família, trocam a noite pelo dia, entram em locais restritos da própria casa e têm dificuldade para sair deles. Em alguns casos, passam a não reconhecer mais os próprios donos, ficam apáticos”, esclarece.

Como tumores cerebrais e alguns distúrbios endócrinos provocam mudanças comportamentais semelhantes, é importante que os donos procurem o veterinário do animal para que seja feito o diagnóstico adequado. “Infelizmente se trata de uma doença que interfere na qualidade de vida do pet. É essencial que os donos entendam que o cão não se comporta assim por vontade própria e tenham paciência e carinho na hora de cuidar desses velhinhos”, alerta Valéria Corrêa.

O tratamento, de acordo com a veterinária, pode incluir medicação e alteração na dieta – os donos podem optar por rações ricas em antioxidantes que auxiliam no combate aos radicais livres e, por sua vez, combatem o envelhecimento. Para que o animal fique bem, no entanto, a compreensão e atenção dos donos são ótimos tratamentos. Veja abaixo algumas dicas da médica veterinária que podem ser passadas aos donos:

– Não deixar o animal sozinho por longos períodos, já que eles podem ficar confusos ao se enfiarem em lugares restritos da casa e não conseguirem sair, como embaixo de móveis, atrás de portas.
– Outro cães mais jovens podem ajudar os mais velhos, seja orientando esses animais, que às vezes estão cegos e surdos também. Por outro lado, esses companheiros mais novos podem incomodar os cães da terceira idade, cabe ao dono separá-los, se for o caso.
– São cães que irão dormir por mais tempo, é normal – isso acontece não só pela doença, como pelo envelhecimento. O ideal é levá-los mesmo dormindo para fazer as necessidades ou recorrer às fraldas descartáveis (mas nem todos animais se adaptam).
– Se possível, deixar o espaço livre onde esses animais ficam para que possam caminhar, quando desejarem, sem acidentes. Manter a caminha higienizada e respeitar a lentidão nos momentos de passeio.
– Como podem ocorrer também mudanças no apetite do animal, que troca o dia pela noite, deixe a ração disponível e a água por tempo indeterminado. Converse com o veterinário para indicar opções pastosas para facilitar a mastigação do cão.

Fonte: Target | Estratégia em Comunicação assessoria de imprensa Pet Center Marginal