Tártaro em Cães – O que é e o que pode causar?

Assim como acontece com nós humanos, nossos amigos pets também precisam de uma higiene bucal para evitar complicações e doenças. O tártaro em cães é algo que normalmente não é levado a sério pelos donos, mas que a longo prazo, se não for tratado, pode causar a perda precoce dos dentes e até mesmo doenças graves e infecções nos nossos cães.

tártaro em cães nada mais é que uma placa de bactérias que surge pelo acúmulo de restos de comida nos dentes do cão e que não é retirada corretamente. O tártaro – que também é conhecido como cálculo dentário – atinge a maioria dos cães e pode ser evitado e tratado para preservar a saúde da boca de nossos cães.

Se não for tratado a tempo, o tártaro pode causar, por exemplo, meningite e outras infecções generalizadas nos cães; isso porque com o avanço dessa placa bacteriana pode haver o contato com algum vaso sanguíneo, o que espalha a área de alcance da bactéria, levando a outras doenças.

 

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Como evitar o tártaro?

Uma das maneiras mais fáceis de evitar que o tártaro em cães atinja seu pet é escovar os dentes de seu amigão diariamente, desde pequeno. Dessa forma o cão terá desde filhote o costume de permitir que o dono escove seus dentes, sem se tornar arisco ou arredio com a nova rotina de escovações. Mas e se não for possível escovar os dentes do meu cão todos os dias? Se não for possível escovar os dentes do seu cão todos os dias, o mais indicado é que a escovação seja feita pelo menos três vezes durante a semana para evitar que o cálculo dentário se forme. É importante lembrar que não devemos nunca usar nossas escovas ou pasta de dente nos nossos cães, eles devem possuir sua própria escova e pasta de dentes que são específicos para cães e não fazem mal para sua saúde.

Além disso, também é importante que o cão não coma alimentos que não sejam ração ou petiscos específicos próprios para cães. Outros tipos de alimentos, por mais saborosos que sejam, aumentam as chances do seu pet desenvolver o tártaro canino, pois por serem mais macios, se acumulam mais facilmente entre os dentes dos nossos animais.

Como saber se meu cão está com tártaro?

Um dos primeiros sinais de que seu cão pode estar desenvolvendo cálculo dentário é o mau hálito. Isso porque o mau hálito é causado nada mais, nada menos, que pelo acúmulo de bactérias na boca do cão – assim como em nós, humanos.

O acúmulo de bactérias, além de causar esse “bafo” característico também faz com que os dentes comecem a escurecer, o que é resultado da proliferação das bactérias e das substâncias que elas liberam.

Além disso, por causar dor nos dentes e gengivas, o tártaro em cães pode ser reconhecido pois o cão passa a comer menos, evitando a mastigação, que causa mais dor em seus dentes.

 

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Meu cão já está com tártaro, o que devo fazer?

Se o seu cão já apresenta sinais de tártaro o mais importante é que ele seja levado imediatamente para uma consulta com o seu veterinário. O tártaro é uma porta de entrada para outras doenças, que podem atingir rins, fígado e até mesmo o coração de nossos amigos caninos.

Como é o tratamento de tártaro em cães?

Além da escovação dos dentes, é importante que o cão seja levado periodicamente ao veterinário para que ele examine as condições dos dentes do cão, realizando uma limpeza de tártaro no cão se for necessário. Esse procedimento é feito com o cão acordado ou levemente sedado, mas é um processo rápido e o cão volta no mesmo dia para casa.

Para cães que já apresentam um grau avançado de tártaro canino é aconselhável que o veterinário realize um tratamento periodontal no cão. Esse procedimento é mais demorado e trabalhoso, e precisa que o cão leve anestesia geral. Isso porque no tratamento o veterinário irá afastar as gengivas do cão para fazer a limpeza, pois é por ali que as bactérias entram no resto do corpo do cão, causando doenças como meningite, insuficiências renais e cardíacas, bronquite, artrite entre várias outras e, infelizmente, algumas dessas doenças não possuem cura.

Por isso, procure manter a saúde de seus cães sempre em dia, mantendo o seu amigo saudável e feliz.

Fonte: Site Cachorro Gato

Cinto de segurança para animais – Protegendo seu pet

Não importa se o seu pet é um cachorro ou um gato, provavelmente um dos momentos mais aguardados por eles é um passeio no carro de seus donos. Apesar disso, a grande maioria dos donos de animais de estimação não utiliza e nem entende realmente por que o cinto de segurança para animais é tão necessário.

A grande maioria das pessoas que não utilizam o cinto de segurança para animais afirma que o seu cão ou gato não gostam de ficar presos no carro, ou que vai ser uma viagem pequena e que eles estão seguros soltos no carro – o que não é verdade, já que às vezes não importa quão bem a pessoa dirija, diversos fatores externos podem ameaçar o bem estar tanto do pet quanto de seu dono – como freadas bruscas ou manobras de emergência, que podem acabar jogando o seu pet até mesmo para fora do carro – e, além disso, com o animal solto dentro do carro, muitas vezes o motorista desvia sua atenção para o que o animal está fazendo, o que pode acabar causando acidentes.

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O que muitos motoristas não sabem é que existe uma legislação no Código de Trânsito Brasileiro – o CBT – que regulamenta como deve ser feito o transporte de animais dentro de veículos e, apesar de não citar o cinto de segurança como uma obrigatoriedade, ele é altamente recomendado, além de evitar que o motorista seja multado por desobedecer essas regras, que estão citadas abaixo:

Artigo 169 – Dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança. Multa de R$ 53,20 e três pontos na carteira.

Artigo 235 – Conduzir pessoas, animais ou carga nas partes externas do veículo, salvo nos casos devidamente autorizados. Infração grave com multa de R$ 127,69 e cinco pontos na carteira.

Artigo 252 – Dirigir o veículo transportando pessoas, animais ou volume à sua esquerda ou entre os braços e pernas. Multa de R$ 86,13 e quatro pontos.

Como o cinto de segurança funciona?

cinto de segurança para animais é basicamente uma coleira peitoral, que possui um adaptador que possibilita que ela fique presa no encaixe do cinto de segurança. Assim o cão fica preso no banco, conseguindo se movimentar o suficiente para poder deitar e sentar como for mais confortável, mas também fica seguro para não ser arremessado para fora de janelas, contra partes do carro ou contra pessoas em caso de acidente.

Esse modelo de cinto de segurança é mais utilizado para cães, que estão mais acostumados a utilizar esse tipo de coleiras – o que não impede que seja usado por gatos, desde que esses estejam acostumados a usar coleiras e não fiquem muito ariscos presos dessa forma dentro do carro.

Por isso, para os donos de gatos, o mais recomendado é que eles sejam transportados em caixas de transporte para gatos que respeitem as necessidades básicas do gato – ela deve ser grande suficiente para o gato poder ficar em pé e se virar dentro da casinha – e aí sim ela ficar presa com o cinto de segurança, garantindo a segurança do bichano.

cinto de segurança para animais pode ser encontrado na maioria dos pet shops do país e o seu preço geralmente varia conforme o tamanho do animal.

Fonte: Site Cachorro Gato

Patas de cachorro e seus cuidados especiais

Alegres e divertidos, os cães adoram brincar com seus donos e explorar diferentes ambientes. No entanto, as patas de cachorro – que dão todo o suporte para as mais diversas brincadeiras e atividades – nem sempre recebem o cuidado que merecem por parte dos proprietários de pets, e essa displicência no cuidado com essa região específica do corpo dos animais pode trazer uma série de consequências bastante incômodas e desagradáveis.

Tendo em vista que as patas de cachorro podem ser as grandes vítimas da falta de cuidado por parte dos donos de pets, fica ainda mais óbvia a necessidade de que os proprietários estejam bem inteirados e atentos aos cuidados que essa área merece; até por que, em muitos casos, o motivo desse descuido é, justamente, a falta de informação.

Pensando nisso, elaboramos este artigo, com o objetivo de deixar os donos de bichinhos caninos de estimação ligados aos principais sinais de doenças e problemas que podem ocorrer na região das patinhas caninas – possibilitando que sejam tomados cuidados maiores e com frequência para impedir o surgimento de complicações das mais diversas. Confira, a seguir, as principais medidas a tomar para manter as patas do seu cão com saúde e longe de problemas.

 

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Patas de cachorro e a tosa higiênica

Realizada com o intuito de manter a higiene e, consequentemente, a saúde dos cachorros, a tosa higiênica também faz parte dos cuidados especiais que devem ser tomados com as patas de cães. Embora alguns proprietários ignorem a necessidade desse processo, ele é de extrema importância, já que o crescimento dos pelos e das unhas dos cãezinhos podem ser fatores altamente incômodos para os animais – podendo, ainda, serem os grandes responsáveis por alguns acidentes.

O crescimento dos pelos na região das patas caninas pode ser um convite perfeito para quedas e machucado acidentais na vida dos pets, e isso por que, conforme os fios da área se tornam cada vez mais compridos, eles começam a se enrolar e acabam sendo “pisados” pelo pet enquanto ele anda. Andando com a pata sobre muitos pelos, os cães podem passar a escorregar com certa frequência – e quando esse escorregão acontece em momentos de corrida e pulos dos pets, isso pode causar acidentes das mais diversas intensidades.

Além dos pelos, as unhas dos cachorros são outro fator que deve ser bem observado para evitar ocorrências indesejadas – já que, quando o cão costuma caminhar apenas em superfícies lisas (como as do chão de uma casa ou apartamento), suas unhas não têm onde ser gastas, passando a crescer e machucar o animal.

Mas engana-se quem imagina que é apenas o incômodo causado no cão por suas unhas compridas que motiva a necessidade desse cuidado. Além de ter o poder de formar machucados extremamente dolorosos nas patinhas caninas, as unhas muito longas também podem propiciar complicações nos demais membros do animal – já que a angulação do corpo do pet pode ser muito prejudicada quando ele sente dor ao andar, fazendo com que ele se machuque muito além das patas.

Vale lembrar que, como muitos cães têm as unhas mais escuras, fica difícil enxergar onde estão os vasos que passam por baixo dessa região. Por isso, quando notar que as unhas e os pelos do seu cão estão muito compridos, não deixe de levá-lo para uma tosa higiênica em algum estabelecimento com profissionais de confiança – pois, tentar fazer esse tipo de processo em casa e por conta própria pode acabar prejudicando ainda mais o seu cãozinho.

Cuidados com as patinhas dos cães no verão

Patas de cão no verão

Outro aspecto bastante importante a se atentar em relação às patas de cachorro é o hábito dos passeios na rua em épocas mais quentes. Embora os coxins (almofadinhas localizadas na parte da sola das patas caninas) possam parecer resistentes para alguns, eles são consideravelmente frágeis, e não podem ser expostos ao calor de maneira descuidada.

Portanto, na hora de levar seu pet canino para passear nas ruas durante dias de sol quente, escolha horários em que o clima estiver mais ameno ou locais em que haja sombra; pois, quando as patinhas do animal entram em contato com o chão muito quente, podem sofrer queimaduras sérias e até formar bolhas.

Para testar a temperatura, uma boa técnica é a de colocar a palma de sua mão em contato com o chão quente por volta de 35 segundos. Se for possível aguentar a temperatura em sua mão durante este tempo, o animal pode passear no chão sem problemas – caso contrário, o passeio deve ser deixado para outra hora.

No caso de ter que levar seu cão para passear quando o chão anda estiver muito quente, é recomendado o uso de algum tipo de proteção nas patinhas, para evitar que os coxins sejam queimados pela alta temperatura do asfalto. Embora o uso de sapatinhos caninos seja condenado por muitos, eles podem ser bastante úteis nesse tipo de ocasião, já que protegem as patinhas de qualquer tipo de ferimento ou queimadura.

No entanto, evite obrigar seu cão a usar esse tipo de acessório caso ele não se adapte bem à ele – pois o incômodo de um cachorro ao usar um sapatinho também pode ser grande e, inclusive, causar acidentes; tendo em vista que o andar do animal se torna muito mais complicado com os acessórios calçados.

Doenças nas patas de cachorro

Conforme dito anteriormente no artigo, uma série de doenças podem afetar as patas dos cachorros, sendo que um dos principais sinais de que há algo de errado com esta região específica é o fato de o cão lamber constantemente a área. A motivação para estes sintomas pode ser bastante variada, incluindo desde problemas hormonais até alergias e complicações de pele.

Patas de cachorros e seus cuidados fundamentais

Confira, a seguir, algumas das principais causas de problemas nas patas caninas e saiba como evitar esse tipo de complicação:

  • Alergias Bolor, mofo, pólen e outros fatores ambientais (além dos nutricionais) podem causar alergias nos cães, propiciando o aparecimento de dermatites na pele do animal. O contato com diferentes produtos de limpeza, por exemplo, também pode influenciar nesse tipo de ocorrência; portanto, mantenha seu pet afastado desse tipo de agente alérgico.
  • Problemas hormonais Infecções na pele do animal podem aparecer em situações de desequilíbrio nos hormônios da tireoide e, por isso, check-ups constantes devem ser feitos com profissionais veterinários, evitando o surgimento de complicações em função desse tipo de fator.
  • Problemas psicológicos Estresse, ansiedade e o puro tédio podem fazer com que um cachorro passe a morder e lamber a região das patas com uma constância frenética; causando feridas e machucados sérios, que só pioram quando o problema não é tratado de maneira adequada e com rapidez.
  • Pele seca Fatores como o tempo frio podem causar o ressecamento da pele dos cães e, com isso, o desenvolvimento de sensações incômodas na região das patas – que gera o ato de lamber a área com frequência. Doenças mais graves, como acinomose, também podem levar à descamação dos coxins e do nariz dos cães – portanto, esteja sempre atento ao aparecimento desse tipo de sintoma no seu pet.
  • Dor Unhas compridas demais, pedaços de farpas ou espinhos presos, dor nas costas e quadros de deformidades ósseas (como a displasia coxo femural) podem fazer com que o cachorro sinta muita dor nas suas patas, mordendo compulsivamente a região.
  • Presença de parasitas A presença de pulgas, ácaros, carrapatos e outros parasitas estão entre as causas mais comuns para as coceiras e mordidas dos cães na região das patas, e devem ser prontamente verificadas por um médico veterinário, que indicará a melhor forma e medicação para erradicar o problema da vida do cãozinho de estimação.

Embora essa série de motivações tenha tratamentos, o dono de um pet que nota o comportamento repetido do seu cão em morder, lamber ou coçar a região das patas jamais deve tentar resolver o problema por si – já que, nem sempre se pode confiar nas aparências para iniciar algum tipo de medida de cura.

Portanto, ao notar qualquer sintoma que indique algo incomum com o seu bichinho de estimação, leve-o imediatamente uma clinica veterinária – pois, somente um profissional terá a capacidade de examiná-lo de maneira correta para chegar a um diagnóstico preciso.

Além disso, somente um médico será capaz de indicar qualquer tipo de tratamento para o seu pet (seja ele medicamentoso ou não), e é preciso ter em mente que administrar remédios ao seu cão por conta própria é um convite ao desastre, e pode trazer muito mais problemas do que soluções para a vida do seu querido amigão.

Fonte: Site Cachorro Gato

Cachorro Ciumento – Entenda de onde vem o ciúme do seu cachorro

O ser humano quando tem ciúmes já é difícil de lidar, agora, como fazer quando nos deparamos com um cachorro ciumento? Como o cão fica assim e o que podemos fazer para reverter esse caso?

A princípio, certa dose de ciúme é desejável para o cão, principalmente se for um cão de guarda. Afinal, um cão que ama e que não deseja que estranhos se aproximem de seu território é um melhor cão de guarda do que aquele que confia em todos.

Porém, se o cão não passar por um adestramento correto e contínuo, o sentimento de posse pode se tornar tão grande que se torna um empecilho até mesmo dentro da família, quando o cão decide que não quer que se aproximem de determinado membro da família, por exemplo, comportamento típico de um cão ciumento.

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Como o cão fica ciumento?

O ciúme e sentimento de posse em um cão não são como uma doença, algo que ele desenvolve de um momento para o outro. Por serem animais acostumados a viverem em bandos – eles consideram a família como o bando deles –, da mesma forma que os seus ancestrais lobos, os cães precisam sempre de uma pessoa de autoridade dentro da casa – que devem ser todos os adultos da casa e não apenas o dono, para quando o seu dono não estiver por perto.

Dessa forma, eles sabem que devem sempre obedecer àquela pessoa e se sujeitar às regras que o dono estipular. O problema começa quando o cão perde essa figura de autoridade ou quando o dono dá a impressão de que a sua autoridade é contestável, dando espaço para o cachorro se tornar dominante naquele local e por isso, se comportar como um cachorro ciumento, que controla e estipula as regras da casa.

Como evitar que meu cão se torne ciumento?

É importante que desde o primeiro momento dentro da nova casa o cão entenda quem é que manda ali, aprendendo a respeitar o seu dono e as ordens que recebe. Algumas ações como ter um local próprio para o cão ficar quando não tiver mais ninguém em casa ajudam a evitar que o cão se torne muito ciumento – se o cão ficar solto dentro de casa enquanto estiver sozinho, na cabeça dele vai se formar a imagem de que aquele é o território dele e que é ele quem manda em tudo, o que desencadeia o comportamento ciumento no cão.

Outra forma de evitar que o cão se torne muito ciumento é prestar atenção no  comportamento do seu pet, para ser capaz de identificar as primeiras demonstrações de ciúme e posse e já começar a treinar o cão desde o primeiro momento, assim ele vai perceber que o posto de liderança da matilha não está livre e que ele deve permanecer obedecendo os seus donos.

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Meu cão é muito ciumento, o que eu faço?

O primeiro passo é que o dono e todos os moradores da casa entendam que o ciúme exagerado não é uma característica positiva e que cão ciumento não sente todo esse ciúme por amar a sua família e a sua casa – é claro que esse também é um dos motivos, mas não é exclusivamente o único –, o cão ciumento se acha o líder e está agindo como tal e esse comportamento é prejudicial para todos os membros da família.

Para os casos em que o cão já estabeleceu o seu papel de líder da casa, é importante que o dono use técnicas de adestramento para reestabelecer a ordem dentro de casa, o que consequentemente vai fazer com que seu pet deixe de ser um cão ciumento.

Outra técnica importante é não fazer o que o cão quer no exato momento que ele exige isso – o seu cão está querendo carinho enquanto você conversa com alguém, pulando em suas pernas e latindo para conseguir sua atenção? É muito importante nesses casos que o que quer que o cão deseje seja negado, porque se for atendido imediatamente o cachorro ciumento vai entender que aquele comportamento dele é aceitável e que será sempre recompensado se agir daquela forma, entrando em um círculo vicioso bastante prejudicial.

Incentivar os bons comportamentos dos cães é a melhor técnica – sendo usada inclusive durante adestramento com profissionais – então a cada vez que o cão obedecer após ser repreendido, é importante que ele receba algum afago ou petisco próprio para cães, assim ele perceberá que essa atitude é favorável e irá obedecer mais tranquilamente.

Na dúvida, se achar que o cão não está respondendo bem às dicas acima, o aconselhado é sempre procurar um especialista em comportamento e adestramento de cães.

Fonte: Site Cachorro Gato

Top 10 dos cães mais carinhosos e afetuosos

Quem conhece o mundo canino sabe que cada cachorro tem as suas próprias características, apresentando personalidades, comportamentos e gostos dos mais diversos. No entanto, a raça de um cão pode, de antemão, dizer muito sobre as suas principais particularidades, e as raças dos cães mais carinhosos fazem parte constante das listas que destacam os pets preferidos entre os donos brasileiros.

Considerados ótimos companheiros, os cães mais carinhosos são extremamente apegados aos seus donos, fazendo de tudo para agradá-los e receber o máximo de atenção e carinho possível. No entanto, assim como qualquer cachorro, o nível de docilidade de cada raça também é influenciado pelo tipo de criação que este animal recebe ao longo da vida – e que permite que cães tidos como agressivos se tornem dóceis e vice-versa.

Confira, a seguir, a lista top das raças de cães mais carinhosos:

  • Labrador Retriever

    Cães mais carinhosos - Labrador

    Quem já teve o privilégio de passar algum tempo em contato com um cachorro da raça Labrador sabe o quanto estes animais podem ser dóceis e brincalhões. Sempre em busca de diversão e carinho, eles são o tipo de cão com quem até as pessoas mais medrosas se sente confortáveis, apesar do grande porte; tendo em vista que o carinho e o nível zero de agressividade da raça são algumas de suas características mais marcantes.

    Usado com frequência em trabalhos terapêuticos e de auxílio a pessoas portadoras de deficiências físicas e intelectuais, os labradores são cães bastante pacientes, espertos e facilmente adestrados – ocupando a posição de número sete na lista das raças caninas mais inteligentes do mundo.

  • Lhasa Apso

    Lhasa Apso

    Totalmente apegada e companheira de seus donos, os cãezinhos Lhasa Apso são, além de dóceis, extremamente protetores – alertando seus proprietários em relação a qualquer tipo de perigo ou ameaça que possa perceber. Embora possa se comportar de maneira bastante tímida quando ainda não conhece as pessoas, bastam alguns carinhos para que ele adquira confiança e se torne um companheiro de primeira qualidade.

    Obediente e leal, o Lhasa Apso também se adapta aos mais diversos ambientes com bastante facilidade, não apresentando muitos problemas ao ficar só por algumas horas; já que, quando o seu dono chega em casa, a alegria é tanta que só pensa em brincar e receber carinhos. Dona de um nível médio de energia, a raça não necessita de muitas atividades físicas para se manter com saúde.

    Tido por muitos como ideal na função de cão de alerta, o Lhasa Apso tem, inclusive, parte de  seu nome ligado à essa característica específica – já que muitos estudiosos creem que o Apso da raça vem do seu nome nativo Abso Seng Kye, que significa “Cão-Leão Sentinela que Late”; poisos cães da raça costumavam vigiar a entrada de monastérios tibetanos em tempos passados, alertando sobre o surgimento de qualquer perigo com latidos altos e agudos.

  • Pug

    Pug

    Considerado um cachorro de temperamento bastante tranquilo, o Pug é um ótimo animal de companhia; capaz de dar muito amor e carinho aos seus donos. Sensível e brincalhona, a raça raramente deixa o seu bom humor de lado, estando sempre pronto para acompanhar seus proprietários por onde quer que forem.

    Calmo e meigo, o Pug se dá muito bem com pessoas idosas e pode enfrentar problemas ao interagir com crianças muito pequenas – mas não pela possibilidade de poder se tornar agressivo e, sim, pelo fato de não lidar bem barulhos muito altos. Silencioso, o cão da raça não costuma latir muito, e deve receber bastante atenção de seus donos; caso contrário pode se tornar depressivo.

  • Bulldog Inglês

    Bulldog Inglês

    Embora a sua cara possa não ser muito amigável para alguns, o Bulldog Inglês é um cão extremamente afetuoso, leal e companheiro de seus donos. Mesmo sendo relativamente independente, a raça adora passar tempo na companhia de seus proprietários e se adapta com facilidade a diferentes tipos de ambientes e pessoas.

    Dócil, a raça só ataca nas ocasiões em que precisa se defender de algum ato violento, e é bastante inteligente. Apesar de ser considerado um cachorro bastante teimoso, o Bulldog Inglês é capaz de obedecer todo tipo de comando quando adestrado de maneira adequada, sendo um ótimo companheiro para quem busca um pet amigável e brincalhão.

  • Dachshund

    Dachshund

    Fã de brincadeiras e sociável com outros animais, o cão Dachshund – popularmente conhecido pelo apelido de “salsichinha” – é bastante corajoso e um tanto independente; embora adore participar das atividades realizadas em família. Considerado um cão muito companheiro, pode ser indicado tanto para crianças como para idosos como um fiel amigo.

    Curiosa, a raça tem um espírito caçador, e frequentemente pode ser vista em busca de novas aventuras ou de animais intrusos de pequeno porte, como ratos. Bastante ciumento com os integrantes de seu lar, esse cachorro é muito carinhosos e dócil com os que ama, devendo ter algum tempo para se acostumar com desconhecidos e adquirir confiança neles.

  • Old English Sheepdog

    Old English Sheepdog

    Conhecido no Brasil em função do personagem Priscila, da extinta TV Colosso, o Old English Sheepdog é um cão extremamente fiel, carinhoso e protetor com sua família; tendo uma personalidade bastante equilibrada e que exerce a função de guardião 24 horas por dia.

    Inteligente e afetuoso, pode assustar que não conhece pelo tamanho que pode atingir (acima de 60 centímetros de altura)– no entanto, sua aparência é tão calma e tranquila que pode ser confundido com um bichão de pelúcia com certa facilidade. Bastante companheiro, é muito paciente com crianças, podendo passar horas brincando com elas sem nenhum tipo de problema.

  • Beagle

    Beagle

    No foco das atenções após a invasão do Instituto Royal, o Beagle é um cachorro muito fiel e dedicado aos seus donos – embora possa apresentar alguns problemas de obediência, em função de seu temperamento teimoso. Bondosa e dócil com crianças, a raça fica amiga de pessoas e animais de todos os tipos com muita facilidade, sendo extremamente sociável.

    Considerado um cão muito companheiro e brincalhão, o Beagle é bem apegado à sua família e se adapta com facilidade a diferentes tipos de ambiente – embora o mais indicado seja que viva em uma casa com espaço grande, já que tem um nível alto de energia e precisa se exercitar para manter-se com saúde.

  • Shih Tzu

    Shih Tzu

    Bastante confundido com os cães Lhasa Apso (de onde surgiu a partir da mistura com o Pequinês), o Shih Tzu é tão carinhoso e apegado aos seus donos quanto a raça que lhe deu origem, e seu pequeno porte permite que passe horas recebendo carinhos no colo dos proprietários.

    Mesmo sendo um cão bastante dócil, manso e calmo, o Shih Tzu segue os que ama em qualquer tipo de atividade; seja ela assistir televisão ou passear e brincar em locais abertos – podendo ser considerado um ótimo companheiro, que se torna especialmente apegado aos donos que lhe dão mais atenção e carinho (embora seja independente e não sofra por passar períodos sozinho).

  • Maltês

    Maltês

    Reservado com estranhos e cheio de energia, o Maltês é dócil, companheiro e extremamente protetor em relação aos seus donos – podendo, inclusive, desafiar cães de raças muito maiores para proteger e defender os que ama. Ágil e inteligente, a raça pode ser adestrada com facilidade, e está sempre de olho nos seus proprietários e nas pessoas por quem sente mais amor.

    Mesmo tendo características fortes como as de obediência e inteligência, o Maltês é muito ativo e agitado, e necessita de atividades físicas para se manter com saúde – mas se adapta bem para viver em ambiente pequenos, como apartamentos. Feliz e sempre pronto para brincadeiras, a raça passa boa parte do tempo abanando a sua cauda e esperando por pessoas com quem possa interagir; já que é muito companheiro e não gosta de ficar sozinho por períodos muito longos.

  • Lulu da Pomerânia

    Lulu da Pomerânia

    Também conhecido como Spitz Alemão Anão, o Lulu da Pomerânia é um cão muito dócil e bonito – sendo considerado, inclusive, o cachorro mais bonito em todo o mundo nos dias de hoje. Companheira, divertida e brincalhona, a raça exige algum adestramento, pois, pode ser bastante atrevida – embora não seja nada agressiva.

    Bastante desconfiado e reservado com pessoas e outros cães desconhecidos, o Lulu da Pomerânia tem mais facilidade em fazer amizade com animais de diferentes espécies, mas é completamente fiel aos seus proprietários. Corajoso e sempre alerta, pode ser considerado um pequeno grande cão de guarda; já que sempre tenta alertar seus donos a respeito de qualquer perigo – podendo até mesmo enfrentar cães e pessoas grandes para proteger as pessoas à quem tem mais apego.

Fonte: Site Cachorro Gato

Passaporte para Cachorros – Novidade para o turismo em 2014

As viagens de famílias com seus pets são cada vez mais frequentes nos dias de hoje e, levando em consideração o fato de que mais de 100 milhões de lares brasileiros contam com algum tipo de bichinho de estimação, esse cenário não deve mudar tão cedo. Por isso, a partir de fevereiro de 2014, um passaporte para cachorros e gatos será expedido no País; garantindo que os pets possam participar das viagens de sua família sem problemas.

Um documento especial que atesta a saúde dos animais (chamado de CZI – Certificado Zoossanitário Internacional ou Atestado Sanitário para o Trânsito de Cães e Gatos) já é necessário nos dias de hoje para que um pet possa ser transportado para diferentes cidades e países – e o passaporte para cachorros e gatos chega como mais uma forma de garantir o transporte e a saúde dos pets que precisam se deslocar com seus proprietários.

Embora o passaporte para cães e gatos tenha sido criado, originalmente, em março de 2010; foi só agora que suas regras foram publicadas no Diário Oficial da União com todas as suas regras e detalhes. A grande maioria das informações que serão contidas no passaporte de pets já consta entre os dados co Certificado Zoossanitário Internacional, no entanto, para adquirir o novo documento, é necessária a implantação de um microchip de identificação no pet – requerimento que não existia para que o atestado sanitário atual fosse emitido.

 

 

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Com isso, além de juntar em um só local as principais características da raça, aparência e saúde do animal; o passaporte para pets também será útil para encontrá-los com mais facilidade no caso de perda – já que a localização dos pets por meio do microchip é bastante facilitada e precisa.

Embora haja a previsão de que o documento não será aceito em certas localidades mundiais (necessitando da apresentação do Atestado Sanitário para o Trânsito de Cães e Gatos para a liberação de um pet), a tendência é de que cada vez mais países passem a requerir apenas o novo passaporte para que seja legalizado o trânsito de animais – no entanto, durante esse primeiro período de emissão do documento, ainda é indicado que os donos de pets que pretendem viajar se certifiquem de que o local de destino o aceita.

De acordo com o Ministério da Saúde, atualmente, os cães e gatos já representam 0,1% do total de passageiros em viagens internacionais, sendo que os principais destinos para animais incluem Estados Unidos e países do Mercosul. Confira, neste artigo, o que muda com a emissão do passaporte para cães e gatos, e saiba como emitir o documento do seu pet para poder levá-lo em todo tipo de aventura.

Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos

Podendo ser requirido a partir de fevereiro de 2014, o passaporte para cães e gatos será válido em todo o território nacional; portanto, quem deseja aproveitar os muitos hotéis pet-friendly espalhados pelo País, já pode se programar para emitir o documento e viajar por todo o Brasil.

No entanto, conforme citado anteriormente, é necessário que os donos de pets que planejem viajar para o exterior verifiquem que tipo de documento é necessário para tal – já que alguns países seguirão exigindo o Certificado Zoossanitário Internacional para liberar a entrada de pets em suas terras.

Emitido pela Vigiagro – Vigilância Agropecuária Internacional (órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos pode ser requisitado nas unidades do sistema no País; presentes em portos, aeroportos, postos de fronteira e aduanas do Brasil.

Assim como no caso dos demais certificados (válidos nos dias de hoje) que permitem o trânsito de animais, o documento deve ser expedido, no mínimo, dez dias antes da data da viagem que inclui o pet. Portanto, é preciso calcular bem a sua partida ao fazer seus planos, já que, a média de espera para receber o passaporte após sua solicitação é de 30 dias.

Outra precaução fundamental para planejar uma viagem com seu pet canino ou felino é a de entrar em contato com a empresa que será responsável pelo transporte até o destino. Companhias rodoviárias e aéreas específicas também contam com uma série de regras e exigências para transportar animais (incluindo caixas de tranporte e, em alguns casos, até o uso de medicamentos tranquilizantes para o pet), e isso deve ser devidamente checado antes da viagem, evitando surpresas desagradáveis na hora de partir.

 

As exigências do passaporte para pets

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A maior e principal diferença entre o CZI – Certificado Zoossanitário Internacional e o novo Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos é a obrigatoriedade da implantação de um microchip no animal. No antigo certificado, o pet que possuísse o chip em seu corpo deveria fornecer os dados para que fossem registrados no documento.

No entanto, seguindo o exemplo de localidades como Estados Unidos e União Européia, este item passa a ser obrigatório para que a emissão do passaporte seja realizada no Brasil – contando informações como a data de implantação do microchip, número de registro e localização do item no corpo do animal.

Embora, uma vez emitido, o documento seja válido por toda a vida do animal; atualizações são necessárias a cada viagem, certificando que o animal apresenta boas condições de saúde. No caso de o pet trocar de dono ao longo do tempo, a emissão de um novo passaporte também se faz precisa; sendo que o requerente deve ter em mãos (obrigatóriamente) a primeira versão do documento para poder expedir o novo.

Mesmo precisando de atualizações frequentes, o passaporte para animais já se mostra com uma grande vantagem em relação ao CZI. Ao contrário do certificado, o passaporte não será válido por apenas dez dias; permitindo que os donos de pets possam programar viagens mais longas com seus bichinhos de estimação sem ter que se preocupar com esse tipo de questão no meio do trajeto.

Conforme citado no início do artigo – com exceção do microchip – as regras para a emissão do Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos são bastante parecidas com as definidas para o Atestado Sanitário para o Trânsito de Cães e Gatos. Confira, a seguir, o que é necessário para emitir o passaporte do seu pet:

  • Informações gerais do animal: o passaporte deve conter as seguintes informações sobre o pet: nome, espécie, raça, data de nascimento, sexo e características de pelagem.
  • Atestado de saúde: a emissão do documento necessita de um atestado (com assinatura de um médico veterinário) para garantir que o pet conta com boas condições de saúde e vacinações em dia. Conclusões de um exame clínico, comprovantes de vacinação antirrábica, atestado de vermifugação e comprovantes de outras vacinas importantes – como as que protegem o animal contra a leishmaniose, hepatite e cinomose, entre outras – devem constar entre as informações do documento; e serem atualizada a cada nova viagem que o animal fizer.
  • Informações gerais do proprietário: o dono do pet também precisa ter suas informações em dia no passaporte, incluindo nome, endereço completo e telefones para contato.
  • Microchip: a implantação de um microchip é necessárioa para a emissão do documento, que indicará o número de regitro, a data e o local da implantação do item no animal.
  • Fotografia: a imagem do animal dono do passaporte não é uma exigência para a emissão do documento; no entanto, os donos de pets que quiserem o focinho de seu bichinho de estimação no documento, devem providenciar uma foto de 5 x 7 centímetros e entregar na hora de requerir a o passaporte.

Válido em todo o Brasil, o documento será expedido em português, espanhol e em inglês, e só será concedido para animais com mais de 90 dias de vida – sejam eles nascidos no País ou importados definitivamente para o Brasil. Nos países que não reconhecerem o passaporte como válido, será preciso ter em mãos o Certificado Zoossanitário Internacional.

Atualização e perda do passaporte

Conforme explicado, é precio atualizar as informações do Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos a cada viagem, atestando a saúde do animal por meio da assinatura de um profisssional veterinário – e isso deve ser bem lembrado pelos donos de pets, já que, sem isso, você corre grandes riscos de não poder embarcar na sua próxima viagem.

Nos casos de perda de passaporte do animal, o indicado é que um boletim de ocorrência seja providenciado e as autoridadesveterinárias brasileiras sejam notificadas; para que possam instruir o dono do pet sobre como proceder para poder sair com o animal do local onde se encontra.

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Fonte: Ricardo Tubaldini – Site Cachorro Gato

Dicas para levar o cachorro para a praia

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No mês de janeiro, principalmente para quem tem crianças em férias escolares, o que muitos querem é viajar e descansar e o principal destino é a praia! Mas tem dono que não se desgruda do seu pet e deixá-lo com amigos ou vizinhos está fora de cogitação. Mas será que é possível levar o animalzinho para curtir um sol no litoral?

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Para a médica-veterinária do Hospital Veterinário Pró Vita Rhéa Cassuli Lima dos Santos, os pets precisam de sombra e água fresca, e nada de exposição solar em horários impróprios. “Para ajudar o animal a se refrescar, é importante mantê-lo sempre hidratado. A desidratação é o maior perigo para eles nessa época do ano. E assim como nós, o melhor horário para um passeio é no começo da manhã e no final da tarde, onde o calor e a incidência dos raios solares não são tão intensos”, explica.

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Outra dica é ficar atento se o cão tem muito pelo e se irá suportar o calor. De acordo com Rhéa, raças com muito pelo tem maior dificuldade de suportar o calor extremo aqui do Brasil como o Husky, ChowChow, Akita, Sheepdog e São Bernardo. “Para diminuir os problemas, evite passear nas horas de pico de calor, e não se esqueça de que a água fresca deve estar sempre à vontade”, reforça a veterinária.

No entanto, os efeitos maléficos do sol são mais importantes em raças de pelo curto e pele clara como os pitbulls e os bullterriers, que são muito predispostos ao câncer de pele. “Cães de focinho muito curto como os Pugs e Bulldog sofrem pelo super aquecimento e o cuidado com as horas de calor deve ser maior, pois em alguns casos pode levar a óbito”, completa Rhéa.

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As doenças mais comuns que o pet pode contrair na praia são aquelas transmitidas por pulgas e carrapatos, entre eles bicho de pé, doença do verme do coração, verminoses e doenças contagiosas como cinomose e parvovirose. Para que isso não aconteça, é fundamental que a vacinação esteja em dia, pois nas cidades litorâneas a incidência de doenças infectocontagiosa é maior.

 

Fonte: Site Cães e Gatos

Cães e gatos também precisam usar filtro solar para prevenir doenças

Pets são vulneráveis aos problemas de pele causados pelo excesso de sol, como queimaduras e câncer

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Por Patricia Zwipp

Assim como seus donos, cães e gatos precisam de banhos de sol para a síntese da vitamina D. Pode até parecer frescura, mas também têm de usar protetor solar porque são vulneráveis a queimaduras e câncer de pele. “A pele deles é mais sensível à radiação do que a nossa”, disse o veterinário Luiz Henrique de Araújo Machado, do Departamento de Clínica Veterinária da Universidade Estadual Paulista (Unesp)/Botucatu.

O produto deve ser aplicado em regiões com menos pelo ou sem pelo, como ponta do focinho, focinho, lado interior das orelhas, barriga e patas. É necessário maior cuidado com os amigos de quatro patas de pelo curto (da raça ou tosado) e pelo e mucosas claras.

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Há protetores próprios para eles, mas se pode usar os para humanos, preferindo os indicados para peles sensíveis ou infantis sem zinco, segundo a veterinária Carolina Rocha, parceira da Dog Solution. “Os produtos humanos podem ter substâncias tóxicas para os animais, como, o óxido de zinco, que pode levar a problemas gastrointestinais. Para gatos, não utilize itens com octil salicilato, homosalato, etilhexil salicilato e dióxido de titânio, que são tóxicos para eles”, acrescentou a veterinária Carolina.

Recompensa
Segundo Machado, deve-se reaplicar o filtro a cada duas horas, no máximo, e o fator de proteção solar tem de ser a partir de 30. Uma das dificuldades é evitar que os pets lambam o protetor antes que seja absorvido. Para isso, a dica é recompensá-los logo após a aplicação, com palavras de incentivo, petiscos e passeios.

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Insolação
Não pense que, só porque está com protetor solar, pode deixá-los expostos ao sol o dia todo. Coloque-os na sombra entre 10h e 15h, como indica Machado. “Excesso de calor pode levar à insolação/hipertermia. Pode apresentar convulsões e até morrer. Isso acontece muito mais do que se pensa, especialmente no verão, em locais sem sombra para o animal e quando o animal é deixado dentro do carro”, alertou a veterinária Carolina.

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O Chow Chow de pelo longo, mais que um cão teimoso e independente, parece a cruza entre um leão cabeludo e um suave e peludo ursinho de pelúcia. Também por sua aparência, essa bola de pelo se destaca por sua segurança e dignidade, qualidades que ajudam a ressaltar ainda mais seu porte leonino e seus modos aristocráticos.

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Origem
O Chow Chow de pelo longo é conhecido na China há, pelo menos, 2000 anos, mas só começou a se popularizar fora do país a partir de 1800. Na China era utilizado como cão de guarda, pastor, de companhia, de caça e, infelizmente para eles, como comida (prática que foi proibida em 1915).

Comportamento
É um cão muito tranquilo, distante e independente, mas pode ser muito leal e apegado ao seu dono. Apenas manifesta afeto se o sentir profundamente. É um cão que desconfia de estranhos, valente e estoico a dor. O aspecto de bonzinho não tem nada a ver com seu caráter, ele pensa antes de obedecer e não perdoa que o dono seja bruto com ele.

Aspecto
O Chow Chow de pelo longo é um cão robusto, bem proporcionado e de costas curtas. É único pela cor negra azulada de sua língua. Tem as orelhas pequenas, o nariz largo e a cauda alta e curvada sobre as costas. Existem exemplares de pelo curto e de pelo longo.

Cuidados específicos
É importante educar o Chow Chow o quanto antes, com suavidade, paciência e compreensão, mas sempre com firmeza.

Também é preciso desembaraçar seu pelo todos os dias com um pente de metal e dar banho a cada seis meses. Pode viver dentro de casa e dormir tanto no chão da cozinha quanto no banheiro. Precisa fazer exercícios regulares.

Devido a sua pelagem espessa, não é um cão adequado para viver em climas quentes demais.

Saúde
É recomendado passear com ele sem arnês, já que pode provocar problemas em seus ombros.

Fonte: Site Cachorro Gato

Bull Terrier

Ficha do Bull Terrier

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Na atualidade o Bull Terrier é um animal familiar, que se caracteriza por ser um companheiro de brincadeiras divertido para os pequenos, apesar de nem sempre ter sido assim. Esse cão de cabeça em forma de ovo foi, em um passado não tão distante, utilizado na África como cão policial e como cão de caça, por ser resistente ao clima tropical.

Origem
Desde a Idade Média os ancestrais do Bull Terrier eram utilizados em lutas de cães contra touros. No século XIX virou moda que os cães lutassem entre si e contra todo tipo de animal selvagem ou doméstico (texugos, ursos, burros, cavalos, macacos e até leões). Os cães que eram usados nessas brigas descendiam de cruzamentos entre Bulldogs e diferentes Terriers. Em 1835 os combates foram proibidos, apesar de continuarem acontecendo ilegalmente. Nessa época já começavam a diferenciar o que em 1860 seria conhecido como Bull Terrier.

Comportamento
É disciplinado, ainda que às vezes seja teimoso e desobediente. É silencioso, doce e agradável. Tem um instinto territorial forte e cumpre bem o papel de cão de guarda. É considerado um cão equilibrado e que ama crianças.

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Aspecto
E um cão forte, musculoso e bem proporcional. É caracterizado por sua cabeça longa e fina, de formato oval. Tem orelhas pequenas, finas e erguidas. A cauda é curta e fica horizontal. Seu pelo é curto, liso, reto, áspero e brilhante, e pode ser branco, manchado ou tigrado.

Cuidados específicos
É conveniente educá-lo desde filhote e ser firme diante de qualquer demonstração de agressividade para conseguir um bom comportamento no futuro.
Eles não necessitam de nenhum exercício excessivo, mas levá-lo para caminhar todos os dias ajuda a mantê-lo contente.

Saúde
Gozam de uma boa saúde, a surdez é o problema que mais afeta a raça, principalmente nos exemplares brancos. Esse cão também pode sofrer com hérnias, anomalias na cauda, acne ou acrodermatite.

Fonte: Site Cachorro Gato