Shih-Tzu

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Shih Tzu é uma companhia amável e viva. Ainda assim, são extremamente discretos e satisfeitos – considerando que eles recebam quantidade adequada de atenção. Eles gostam de ficar no colo, receberem carinho, afeto e amor de seus donos e ficam perfeitamente felizes sentados no sofá com você por horas enquanto você mexe com ele. Essa é uma raça nobre – algumas vezes se traduz em arrogância e insolência, outras em coragem e educação – mas eles nunca são orgulhosos demais para rolar no chão com um precioso brinquedo barulhento. 

Origem
O Shih Tzu é originário da China onde foi um animal sagrado nos palácios. Seus ancestrais são cachorros procedentes do Tibet chamados Lhassa Apso, que o Dalai Lama deu de presente aos imperadores chineses no século XVII. Devido ao isolamento chinês, o cruzamento de raças era feitos em segredo, mas se supõe que esses cachorros tibetanos cruzaram com o Pequinês dando origem à raça Shih Tzu. Até o início do século XX, o Shih Tzu não era conhecido fora da China. 

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Comportamento
O Shih Tzu é independente, brincalhão, curioso e sempre tentará ter sua vontade satisfeita. Ele gosta de ficar perto dos donos e ser mimado, mas também gosta de desfrutar de certa liberdade. Às vezes pode parecer que ignora as ordenes, o proprietário do cãozinho desta raça deve dar a ordem amável e firmemente para que tenha efeito. É um cachorro muito sociável com outros cachorros e com outros animais, especialmente com os gatos. Com estranhos se mostra muito afável.

Aspecto
O Shih Tzu é um cachorro robusto, sólido e bastante peludo. Tem patas bem curtas, com bons ossos e musculosas. A cabeça é grande e redonda, orelhas largas, caídas e cheias de pelos. Tem a cauda alta sobre as costas e parece um espanador de pelos longos. O pelo é longo e denso e pode ser de todas as cores.

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Cuidados específicos
O Shih Tzu requer um cuidado diário com os pelos, seja para prevenir que eles embaracem ou para evitar arranhões nos olhos. É um cachorro que também precisa de limpeza dentária regular. É recomendado que não fique exposto a altas temperaturas e limpar as necessidades para evitar que as coma.

Saúde
O Shih Tzu é vulnerável ao deslocamento de tíbia. Entre 6 e 8 semanas, devido a seu focinho curto pode sofrer com obstruções nasais.

Fonte: Site Cachorro Gato

Úlcera de córnea em cães e gatos

Conheça os sintomas da úlcera de córnea em cães e gatos, suas formas de diagnóstico e tratamento

Por Eduardo Toshio

Você deve saber o quanto incomoda quando um cisco cai em seu olho, certo? Imagine, então, que o seu olho sofra um ferimento, tornando a situação ainda mais grave e dolorosa. É justamente este evento que chamamos de úlcera de córnea em cães e gatos, que consiste em uma lesão na superfície ocular do animal. Corretamente chamada de ceratite ulcerativa, as úlceras de córnea apresentam vários tipos, classificadas didaticamente segundo a gravidade, extensão e profundidade da lesão.

A rotina da oftalmologia veterinária destaca um número muito alto de casos de pets com algum tipo de irritação ou machucado nos olhos – como a úlcera de córnea em cães e gatos. Então, ter conhecimento sobre esta doença é de extrema importância para que o tratamento correto seja instaurado o mais rápido possível; a fim de evitar danos que, em alguns casos, podem ser irreparáveis na visão de nossos bichinhos de estimação.

Algumas raças visitam mais rotineiramente o oftalmologista veterinário, como as braquicefálicas – daqueles cachorrinhos e gatinhos de focinho curto e olhos muito saltados e proeminentes, como os cães Shi Tzu, Lhasa Apso, Boxer e os gatos Persa, entre outros.

Esses pets, por apresentarem os olhos mais expostos, contam com uma predisposição maior para qualquer trauma ocular – seja causado por algum fator externo, como uma briga; ou por autotraumatismo, como quando o animal coça o próprio olho por estar irritado. Por isso, vemos muitos cães com aqueles famosos “abajures” na cabeça, que são colares protetores usados para evitar essas lesões.

Um ponto importante que não costuma receber a devida atenção é o grupo de pets chamados de lagoftalmos. Como assim? O que é isso? Explicamos: o termo lagoftalmo é utilizado para os pets que não conseguem fechar totalmente as pálpebras. Parece esquisito, mas alguns desses braquicefálicos (que acabamos de explicar acima) possuem um olho tão proeminente que as pálpebras não conseguem os cobrir totalmente, causando ressecamento e tornando-se um fator importante para causar uma lesão.

 

O Shi Tzu, por exemplo, é um bom exemplo disso e, ao vê-lo dormindo, verifique se os olhos estão totalmente fechados. Às vezes, as pálpebras não fecham totalmente enquanto dormem, consequentemente, levando a um ressecamento na superfície do olho e causando as úlceras de córnea.

O trauma é uma das mais frequentes causas para o desenvolvimento da úlcera de córnea, podendo ser ocasionado por um objeto batendo no olho, por exemplo, ou uma briga. Também vale citar entre as causas do problema: produtos químicos como alguns xampus, alterações na pálpebras ou nos cílios, infecção bacteriana, ressecamento do olho e a infecção por alguns vírus, como o da Cinomose nos cães e o Herpesvírus nos gatos.

Sintomas da úlcera de córnea

O sintoma clínico mais facilmente reconhecido pelos proprietários é a dor ocular, chamada pelos veterinários de blefarospasmo. Mas o que é isto? É o simples ato de o pet ficar piscando muito ou nem consegue abrir o olho machucado.

Outros sinais que normalmente acompanham a úlcera de córnea são lacrimejamento excessivo (parece que fica chorando de tanta produção de lágrima), coceira nos olhos, secreção ocular (as famosas “remelas”), vermelhidão em volta dos olhos e a córnea fica mais esbranquiçada.

Resumidamente, o que podemos dizer para você, que é dono de um pet, é que a úlcera de córnea muda o olhar do seu cão. Portanto, ao perceber que algo mudou, leve-o rapidamente ao seu veterinário; pois, pode ser uma lesão na córnea.

Diagnóstico da úlcera de córnea em cães e gatos

diagnóstico das úlceras de córnea é baseado nos sinais clínicos mencionados anteriormente, acompanhados de alguns exames específicos, mas realizados num atendimento clínico normal. Esse tipo de exame é muito importante de ser feito, já que a córnea é sede de vários tipos de lesões, que podem ser muito parecidas entre si e; então, saber diferenciar os problemas é de fundamental importância para o sucesso do tratamento.

O teste mais famoso para se detectar uma úlcera de córnea chama-se teste de fluoresceína, que usa um corante para gerar contraste na área lesionada, deixando-a com uma cor verde fluorescente, facilitando a sua identificação uma vez que a córnea é transparente.

Normalmente, as úlceras de córnea são superficiais; porém, alguns fatores podem levar a um agravamento, tornando a lesão mais profunda e grave, com risco de perfuração. Conforme citado, a córnea é transparente e, como a lesão superficial também é, fica difícil identificar um machucado na córnea sem os corantes adequados.

Por outro lado, se for possível localizar a lesão e enxergar a sua profundidade sem a ajuda de equipamento algum, isso certamente já indica uma lesão mais grave e que merece bastante atenção. Fique atento.

Tratamento da úlcera de córnea

O tratamento das úlceras de córnea depende de inúmeros fatores, por isso, somente o médico veterinário será capaz de escolher o mais indicado para seu pet. A extensão e aprofundidade da lesão, o tempo de evolução, a presença ou não de infecção, a raça e a idade do pet, tratamentos anteriores, tipo de bactéria, presença de outras doenças associadas e custo são os principais fatores levados em consideração para a escolha do tratamento.

E referente a isto, existe o tratamento clínico, que utiliza, basicamente, uma associação de antibióticos e anti-inflamatórios administrados sob a forma de colírio, além de medicamentos via oral. E em casos mais graves, indica-se tratamento cirúrgico para proteção da lesão ou até mesmo a reconstrução da superfície corneana.

Outro ponto importante é o tempo em que o tratamento correto é estabelecido. Vale o velho jargão: “quanto mais cedo melhor”, pois, quanto antes o diagnóstico e o tratamento forem realizados, melhores serão os resultados. E isso é fundamental no tratamento oftalmológico, já que; se for tratada muito tarde, a lesão pode piorar, infeccionar e – em casos mais graves – até mesmo evoluir para uma perfuração corneana com riscos de que o animal venha a perder o olho.

Portanto, agora que você sabe um pouco sobre úlcera de córnea, já reparou nos olhos de seu pet? Comece agora mesmo. E se notar qualquer mancha, secreção ou desconforto, leve-o para seu veterinário de confiança examinar, pois, ele é a pessoa mais indicada para isso.

Fonte: Site Cachorro Gato

Qual é o tempo entre tosas ideal do seu bichinho de estimação?

Descubra por que o tempo entre tosas é importante e aprenda a cuidar melhor do seu animal de estimação.

Por Ricardo Tubaldini

Tosar o cão de estimação, independente do seu porte, é um ato que combina estética e higiene do animal. A tosa, muitas vezes usada para deixar o cachorro bonito, tem como função básica evitar a proliferação de fungos e bactérias na pelagem do cão. O tempo entre tosas pode ter uma boa variável dependendo da raça e do tempo em que o pelo cresce ao ponto de necessitar de ser cortado ou aparado.

Em média, o tempo entre tosas, levando em consideração a variável já mencionada, é de uma vez a cada dois meses. A tosa traz bastantes benefícios ao animal, por isso, ela deve ser feita em um pet shop especializado em banho e tosa. Um tosador tem de saber exatamente o que está fazendo, pois, um bom profissional não vai apenas cortar os pelos do cachorro, ele também vai saber avaliar a saúde do animal, podendo encaminhá-lo para um veterinário, caso seja for detectada algum tipo de doença.

Outros benefícios da tosa

Levar o seu bichinho de estimação para tosar em um pet shop pode resultar em outras séries de tratamentos estéticos e higiênicos para o animal. O banho, por exemplo, normalmente é dado junto à tosa, mas não necessariamente deve ser feito nos dias em que o animal for tosar, como também não precisa ser feito antes ou em seguida ao corte. Dependendo do animal, a sujeira acumulada em sua pele não lhe oferece malefícios, porém, em outras espécies isso pode acarretar em doenças graves. É nesse momento em que a tosa é eficiente.

O corte das unhas também é algo comum durante o envio do cão para um tosador. Essa prática garante que o animal não vá arranhar o carpete e ainda evita malefícios como a quebra da unha e a unha encravada, por exemplo. Esses procedimentos de higiene também influenciam na vida do dono, pois, um cão saudável proporciona um ambiente mais agradável, evitando alergias e outras doenças que as pessoas ao seu redor possam sofrer.

Saber o tempo entre tosas é algo fundamental para a saúde do animal de estimação e, para qualquer dúvida, entre em contato com um veterinário ou pet shop para ter informações específicas a respeito da raça do seu bichinho de estimação. Um cachorro feliz é um cão com saúde e, para que isso aconteça, a higiene do animal é fundamental.

Fonte: Site Cachorro Gato

20 coisas que a ciência já descobriu sobre os cachorros

Conheça algumas características estudadas e comprovadas dos animais

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Ciúmes. Os cães também sentem ciúmes. Pelo menos, é o que aponta um estudo realizado pela cientista Christine Harris, da Universidade da Califórnia. Em um experimento com 36 animais, ela constatou que cachorros procuraram seus donos duas vezes mais quando eles estavam com cães de pelúcia do que quando interagiam com outro brinquedo ou com um livro. 

Cores. Por contarem com apenas dois tipos de célula para distinguir as cores, os cães enxergam menos colorações que os humanos. A descoberta foi feita por Jay Beitz, cientista da Universidade de Washington. Na prática, é como se os cachorros enxergassem como pessoas daltônicas.

Palavras. Testes mostraram que alguns tipos de cachorro são capazes de compreender até 150 palavras. Segundo o estudo de cientistas canadenses da Universidade da Colúmbia Britânica, a inteligência de um animal desse tipo é equivalente a de uma pessoa com dois anos e meio de idade. –

Canil. Passar um tempo no canil pode ser divertido para alguns cachorros. A descoberta consta em estudo divulgado pela publicação Physiology & Behavior. Para chegar a essa conclusão, uma equipe de veterinários ingleses analisou os parâmetros de stress relativos a 29 cães submetidos a essa situação.

Saúde. Está provado: ter cachorro faz bem à saúde. A especialista em enfermagem da Universidade do Missouri Rebecca Johnson constatou, em um estudo, que pessoas acima de 60 anos que caminhavam com cães passaram a andar 28% mais rapidamente do que aquelas que andavam com outras pessoas. Redução da pressão arterial e melhora da saúde mental foram outros benefícios notados.

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Relacionamento. Quanto mais um cão é atencioso a um adulto, mais esse adulto se importará com ele. Porém, o mesmo não se repete entre crianças – que adoram os bichinhos de qualquer jeito. Essa curiosa relação foi relatada em um estudo realizado por Christy Hoffman, do Canisius College – que envolveu a análise de 60 famílias com cachorro.

Personalidade. Um estudo com 600 universitários desenvolvido pela psicóloga Denise Guastello, da Universidade de Carroll, nos EUA, apontou diferenças de personalidade entre donos de cães e donos de gatos. Os primeiros seriam mais extrovertidos e menos inteligentes do que os últimos.

Longevidade. Cães mais dóceis vivem mais tempo, segundo um trabalho realizado por biólogos da Universidade de Quebec. Para o estudo, foram analisadas 56 raças diferentes. De acordo com os cientistas, cães mais agressivos crescem mais rapidamente, gastam mais energia e morrem mais cedo.

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Câncer. Cães podem ser capazes de detectar o câncer de próstata. A constatação é de um estudo produzido pela Associação Americana de Urologia. A habilidade foi comprovada num experimento no qual os animais identificaram amostras de urina de homens com a doença com taxa de 98% de acerto.

Autismo. Conviver com cães é bom para crianças com autismo, segundo estudo assinado por Gretchen Carlisle, da Universidade do Missouri. Após entrevistar 70 pais com filhos autistas, a cientista constatou que, em 94% dos casos, a presença de um cachorro ajudou no tratamento da doença.

Culpa. Em um experimento realizado com 14 cães e seus donos por pesquisadores do Barnard College de Nova York, ficou provado que a cara de culpado que cachorros fazem após serem acusados de alguma coisa é só uma reação à bronca. No teste, tanto cães que cumpriram quanto outros que descumpriram uma regra imposta fizeram a clássica expressão após terem sido acusados pelos cientistas de infrigir a norma. 

Voz. Quando alguém fala, um cachorro pode entender. Foi o que provou um experimento realizado com 24 cães pelo Instituto Max Planck, da Alemanha. Na experiência, os animais conseguiram localizar comida oculta a partir da direção para a qual um cientista projetasse sua voz (o que não aconteceu quando cães usaram só o faro para isso).

Albinos. Assim como em humanos, um problema genético causa o albinismo em cães. A descoberta é fruto de um estudo envolvendo 40 cães realizado por veterinários da Universidade do Michigan, nos EUA. Da mesma forma que pessoas albinas, cães com o problema não contam com pouca ou nenhuma pigmentação nos olhos, pele e cabelo.

Emoções. Um artigo publicado por cientistas húngaros na publicação Current Biology após experimentos envolvendo 11 cães e 22 pessoas mostrou que os cérebros de cachorros e humanos reagem da mesma forma diante de sons como risadas, choros e vozes. Isso pode explicar a capacidade dos animais de se sintonizarem às nossas emoções.

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Clonagem. Winnie, da raça Dachshund, é o primeiro cachorro do Reino Unido a ter sido clonado. Realizada pela empresa sul-coreana Sooam Biotech, a clonagem custou mais de 100 mil dólares. Células de Winnie foram introduzidas em outra Dachshund, geraram um embrião e depois foram implantadas numa barriga de aluguel canina.

Lã. Em sua pesquisa de mestrado na USP, o engenheiro Renato Nogueirol Lobo desenvolveu uma técnica que permite que o pelo resultante da tosa de poodles seja usado para compor um tecido muito parecido com a lã. No futuro, a novidade pode ser usada para fazer roupas para cachorros.

Diversidade. Em um estudo divulgado pela publicação The American Naturalist, os biólogos Abby Drake e Chris Klingenberg constataram que a variação do formato do cérebro entre 106 raças de cães era tão grande quanto entre diferentes espécies de carnívoras. Isso seria reflexo da diversidade dos cães. 

Bússola. Realizado em parceria pelas universidades de Duisburg-Essen e de Praga, um estudo divulgado pela publicação inglesa Frontiers in Zoology mostrou que cães se alinham em função do campo magnético da Terra para defecar e urinar. No levantamento, foram analisados cerca de 7 mil dados de 70 raças diferentes fornecidos por 37 donos de cães.

Rabo. Cachorros reagem de maneira diferente em função do lado que outros cães balançam seus rabos. Um estudo com 43 animais realizado pela Universidade de Trento provou isso. No experimento, cachorros que viram vídeos de cães movendo a cauda para o lado esquerdo ficaram mais estressados do que outros – que foram expostos a imagens de cães balançando o rabo para o lado direito. 

Fonte: Revista Cães e Gatos   

Viajar com cachorro – Tudo para uma viagem segura

Saiba o que é preciso e em que aspectos ficar ligado na hora de viajar com cachorro

Quem tem um bichinho de estimação como parte da família sabe que a hora de viajar é sempre preocupante; seja por ter que encontrar um local adequado para deixar o seu pet com segurança ou para programar um trajeto na companhia do animal. No entanto, a gigantesca quantidade de lares com pets no Brasil (mais de 100 milhões) tem transformado o mercado ao longo dos últimos anos e, hoje, viajar com cachorro não é mais uma tarefa tão difícil quanto antigamente.

Para quem prefere deixar o pet mais perto de casa quando viaja, já há uma série de hotéizinhos e pet shops com serviços seguros de hospedagem – onde o cãozinho pode ser bem tratado e ficar por alguns dias com toda a tranquilidade. No entanto, também há uma série de opções para quem quer viajar com cachorro, e tanto empresas rodoviárias e aéreas como hotéis dos mais tradicionais já aceitam a presença de pets em suas dependências; facilitando muito a vida dos donos que não conseguem se separar de seus pequenos amigões.

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Ao longo da última década, muitos estabelecimentos passaram a se intitular como ‘pet-friendly’, aceitando a hospedagem de pets junto com seus donos ou resevando espaços especiais em suas dependências para o abrigo de animais como cães e gatos. Até mesmo nomes reconhecidos já entraram nessa onda; e a tendência é de que esse tipo de estabelecimento ganhe cada vez mais espaço nos próximos anos.

    Hotéis -fazenda específicos para pets também são uma ótima opção para quem deseja promover o relaxamento e a saúde de seus pets – já que, nestes locais, o animal pode brincar muito em espaços abertos e cheios de natureza, além de contar com o cuidado de veterinários de plantão e a observação de muitos profissionais – enquanto se diverte locais menos amigáveis para cães.

    Entretanto, na hora de viajar com cachorro – ou mesmo de levar o seu pet para algum estabelecimento especial – é preciso ficar atento à uma série de fatores, que devem ser bem avaliados antes de se arriscar em uma aventura com seu pet. Conheça, a seguir, alguns pontos fundamentais que devem ser levados em consideração na hora de fazer uma viagem com seu cão.

    Transporte de cães

    Embora muitos cachorros adorem ser transportados em carros com a face para fora do vidro, tomando o vento no rosto e apreciando a paisagem, essa é uma prática extremamente perigosa para os pets – que pode desencadear problemas no ouvido do animal – além de ser considerada uma infração grave pelas leis de trânsito; podendo render uma multa, além da perda de alguns pontos da sua carteira de habilitação.

    Portanto, na hora de viajar com seu cão, uma caixa adequada de transporte se faz necessária – permitindo que o animal seja transportado de maneira tranquila e sem a possibilidade de acidentes em função da grande agitação do pet dentro do carro. Além da caixa de transportes há, também, a opção dos cintos de segurança para animais – no entanto, cabe a cada proprietário avaliar com que tipo de acessório o cachorro se adequa melhor, podendo manter o conforto de todos durante uma viagem.

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    Permissões especiais para o trânsito de cães

    Além de tomar as medidas adequadas para o transporte de animais, os donos que desejam viajar com pets também precisam ficar atentos à necessidade de uma permissão para o trânsito de animais – que pode ser exigida em diferentes situações. Atestando a saúde do pet e a ausência de doenças contagiosas, o CZI – Certificado Zoossanitário Internacional é o documento que vale no País nos dias de hoje, e se faz necessário para que todo tipo de viagem (nacional ou internacional) possa ser feita sem problemas.

    Perto de ser substituído pelo Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos (que começa a ser emitido a partir de fevereiro de 2014 no Brasil), nem sempre este certificado é o suficiente para que uma viagem com seu pet possa ser feita.

    Embora o certificado seja válido internacionalmente, muitas companhias aéreas e rodoviárias (além de alguns países específicos) também fazem outras exigências para que o transporte de pets seja liberado – como o uso de sedativos para acalmar o animal durante o trajeto, por exemplo.

    Por isso, é importante lembrar que, na hora de viajar com seu cachorro, é preciso verificar as exigências em relação a animais existentes no local de destino – além dos itens requeridos pelas companhias que irão lhe levar ao local escolhido, garantindo que sua aventura possa acontecer e ser inesquecível para a família toda.

    Fonte: Site Cachorro Gato

    O melhor amigo do homem

    No dia 20 de julho celebrou-se o dia do amigo. E nada melhor do que lembrar nesta data da mais fiel e verdadeira amizade. Aquela que não se importa se você mora na rua ou em uma mansão, que não liga qual a sua religião ou cor da pele, que não mede esforços para proteger, que permanece ao seu lado nas horas boas e ruins. Um belo exemplo de amizade daquele que, sem dúvida, faz jus ao título de melhor amigo do homem: o cão.

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    Por Maiara Raupp 

    Em alguns casos, a importância do cão para o ser humano é  muito maior do que imaginamos. Muitas são as histórias de cães que se tornaram verdadeiros heróis ao salvarem a vida de seus donos ou defendê-los até as últimas circunstâncias. Não se tem conhecimento de uma amizade tão forte e duradoura entre espécies distintas quanto a que há entre homem e cão.

    A frase “O cão é o melhor amigo do homem” foi dita durante um julgamento feito pelo advogado americano, George Graham Vest, em 1870, quando defendia a morte de Old Drum, o melhor cão de caça de um fazendeiro local. Um vizinho, desconfiado que o animal andava matando suas ovelhas, deu ordens para que atirassem no cachorro. Quando Old Drum foi encontrado morto seu proprietário resolveu processar o culpado. Com um belíssimo discurso, George Vest ganhou a causa. Em 2000 foi lançado o filme – The Trial of Old Drum (Em português, foi traduzido como ‘Meu Amigo Drum’).

    Sempre ao seu lado 

    Além dessa história, existem muitas outras espalhadas pelo mundo que viraram filmes e elucidaram a fiel relação entre o homem e o cão, como, por exemplo, o filme “Sempre ao seu lado”,onde um cachorro da raça Akita espera todos os dias, durante dez anos, a volta de seu dono em uma estação de trem do Japão, sem saber que ele já havia morrido.

    História semelhantes de lealdade ocorrem em Torres também. É o caso do vira-lata Juninho, que desde pequeno acompanha sua dona, Márcia Cristina Vitorino, no caminho do serviço. Faça chuva ou faça sol, lá está ele, de plantão à espera de Márcia na porta do restaurante Sabor Praiano, onde ela é auxiliar de cozinha.  “Saio de casa de moto às 7h15. Ele vêm junto comigo. Não faz o mesmo trajeto que eu, mas quando eu chego ao restaurante ele já está lá na porta me esperando”, conta a auxiliar, que mora no Passo de Torres (SC)

    Juninho, carinhosamente chamado de “Chocolate” pelos vizinhos do restaurante, devido a sua cor, é querido por todos. Quando ele não está pela redondeza todos se preocupam. Como passa o dia todo esperando a sua dona, ele ganha água, comida e muito carinho. “Ele já até atende por ‘chocolate’”, conta Márcia, que já era dona da mãe de Juninho, morta por envenenamento no último verão.

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    Márcia e o sempre paciente Juninho: amigão de quatro patas

     

    Parceria sem medida

    A psicóloga Luiza Mattos sempre foi louca por cachorros. Sempre queria levar todos os cães de rua para sua casa. Na medida do possível, tentava se controlar… Até que um dia seu coração falou mais alto ao encontrar um cachorrinho dormindo em um canteiro perto da Lagoa do Violão, aparentemente com frio e fome. “Levei-o para casa. Dei comida e passei a tarde brincando com ele. Depois, de barriga cheia e com muitos afagos, o danado foi embora”, contou ela.

    Cerca de um mês depois, Luiza dormia quando seu sono foi interrompido por muitos latidos. Era o cachorro que voltava, chamando por ela desesperadamente. “Ele latia muito e fui obrigada a levantar e olhar. Quando vi era ele. Sentado no meio da rua. Olhando em minha direção. Sai correndo e a partir daí decidimos morar juntos”, falou ela, rindo.

    Luiza lembrou que os dois passeavam de bicicleta, ela pedalando e ele na cadeirinha para criança.  “Nunca andou na coleira. Me acompanhava em tudo. Me esperava na porta da padaria até que eu saísse. Uma vez ficou preocupado com o tempo que demorei no mar. Então entrou mar adentro, mas como a correnteza estava forte, se não fosse o resgate de um surfista, não sei o que teria acontecido com ele”, recordou a psicóloga, contando ainda que Trigo, como foi nomeado por ela, lhe acompanhava todos os dias até a escola. “Me deixava na porta e depois ia passear. Mas sempre quinze minutos antes do sinal tocar eu podia olhar pela janela da sala em direção a esquina que ele estava lá. Sentadinho me esperando”, relembrou.

    “Ele fazia parte da família. Se íamos comer pizza, ele ia também. Já era tão da casa que sentava na cadeira como todo mundo. Estava sempre ao meu lado. Me protegia de tudo. Não deixava ninguém estranho chegar muito perto”, explicou Luiza.

    Mais tarde a psicóloga descobriu que Trigo já tinha dono e que na verdade se chamava Rex. “Nós dois estávamos indo resolver alguma coisa na rua quando de repente ele dispara em direção a uma senhora. Fez uma festa danada. Aí descobri que ele havia fugido da casa de sua dona anterior. No entanto, quando me despedi da senhora ele sem hesitar fez o mesmo. E fomos embora juntos novamente”, reviveu ela com alegria. “Tinha mesmo sido um amor por escolha. Livre e cheio de companheirismo como devem ser os amores”, concluiu ela.

    Hoje, Trigo não faz mais parte da vida de Luiza, mas continua vivo em sua memória.

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    Trigo já se foi, mas continua vivo na memória de Luiza Mattos

     

    Pastores e Amores

    Uma vida sem eles de nada vale.
    Sem cor.
    Sem amor.
    Sem Amoras.
    Ou amores.
    Olhares profundos.
    Amores sinceros (…)

     

    Essa é uma parte da poesia escrita pela professora Ana Moog em homenagem aos seus cães da raça Pastor Alemão – Amora e Hermes. Ela que é amante de cachorros, tem um álbum especial em seu Facebook com fotos dos amigos de quatro patas e escreve poesias inspiradas neles. “A vida é sem dúvida melhor ao lado deles. É um amor incondicional. É parceria garantida”, disse ela.

    Ana conta que não há amizade mais pura e verdadeira. “Quando eu saio para caminhar na praia eles vão comigo. Alegres e dispostos. Quando eu estou doente na cama, eles permanecem ao meu lado até eu me levantar. Quietos e compreensíveis. É algo inexplicável”, afirmou ela.

    Assim como Ana, muitos tentam encontrar as palavras certas para explicar tamanha afinidade. Talvez a mensagem final do livro/ filme “Marley e Eu” (também recorde de bilheteria), explique um pouco dessa relação única entre o cão e o ser-humano:

     

    “Para um cão, você não precisa de carrões,de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significavam nada para ele. Um graveto já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?”

     

    Porque o cachorro é o melhor amigo do homem? 

    Segundo o veterinário Hermes Raupp, o cão é o melhor amigo do homem porque independente de você estar vivendo um momento ruim ou bom, estar mal humorado ou bem humorado, ele sempre está ao seu lado, faceiro, fazendo festa, abanando o rabinho. “Já as pessoas são diferentes, agem de forma diferente. Quando estamos em um momento bom, muitos amigos aparecem. Confidenciamos coisas. Mas quando não estamos bem, os amigos somem e muitas vezes jogam na cara aquilo que um dia o confidenciamos”.
    Já Anidria Silvana S. Goettert, cachorreira de carteirinha e proprietária da Vira Lata Pet shop, uma loja completa que tem um mundo de produtos para o seu pet, banho e tosa para gatos e cachorros, diz que “o cachorro é o melhor amigo do homem porque já nasce sabendo amar, respeitar, ser fiel, companheiro e sempre está de bem com a vida. Com a correria do dia a dia e o estresse, o animal de estimação vem cada vez mais preenchendo a lacuna na vida das pessoas. É uma lástima que as pessoas não sabem aproveitar os benefícios que os animais de estimação nos trazem, abandonando-os nas ruas. E quando falo de abandono, não me refiro só aos SRD (sem raça definida), mas também aos cachorros de raça”.

    Viagem com gato – Como levar o seu bichano para viajar

    Viagem com gato é uma constante preocupação na vida de quem tem um pet felino dentro de casa. Embora haja uma série de opções de hospedagem e hotéizinhos nos dias de hoje, muitos dos proprietários não dispensam a companhia de seu bichanos de estimação para viajar e se divertir, precisando estar atentos a diversos cuidados especiais, que devem ser tomados para que o transporte do gatinho seja o mais adequado possível.

    Seja de carro, ônibus ou avião, uma viagem com gato requer uma série de precauções específicas, que vão desde a alimentação do animal no dia da viagem até o tipo de local em que ele será transportado – e isso, sem contar as providências que devem ser tomadas em relação às companhias de viagem, que exigem uma série de comprovantes e atestados de saúde do animal para que seja liberada a sua presença.

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    Para que o conforto do seu bichano seja garantido, pode ser uma boa ideia adquirir a caixa onde o animal será transportado algum tempo antes da viagem; dando a oportunidade de que o felino possa se adaptar melhor a este espaço confinado antes do dia de partida – facilitando o processo e baixando os níveis de estresse do pet.

    Outra boa dica – caso a sua viagem envolva companhias aéreas ou rodoviárias – é a de contatar as empresas responsáveis pela sua viagem, com antecedência, para saber qual é a política adotada em relação aos animais; podendo se programar melhor e saber que tipo de providência deve ser tomada para garantir a presença do pet na viagem.

    Confira, a seguir, quais são os principais itens a ficar de olho na hora de uma viagem com um pet felino, e comece a programar a sua próxima escapada de diversão com a presença do seu bichano de estimação.

    Transportadora para gatos em viagens

    O mercado pet já conta, hoje, com uma grande variedade de caixas transportadoras para gatos, sendo possível escolher o modelo ideal para o seu bichano. Na maioria das vezes produzidas a partir de plástico ou tecidos firmes e revestidos, as transportadoras de felinos podem ser encontradas em diferentes tipos de formato e tamanho, sendo que as maiores e mais espaçosas são as mais indicadas para viagens longas; já que promovem um conforto um pouco maior ao pet.

    Similares a pequenas gaiolas, as caixas transportadoras garantem a segurança do animal durante as viagens e, conforme citado anteriormente, acostumar o bicho com este espaço confinado é uma boa ideia para evitar o aparecimento do estresse na hora de viajar. Para isso, é indicado que a transportadora seja adquirida algum tempo antes do dia em que o bichano tenha que permanecer confinado – colocando dentro dela alguns itens que sejam familiares e possam ser relacionados com o seu conforto.

    Brinquedinhos, um cobertor e, até mesmo alguns petiscos podem ser colocados na caixa para que o gato comece a se acostumar; deixando sempre a porta aberta para que ele se sinta mais livre no espaço, e aprenda que aquele local é seguro e agradável – evitando a agressividade e outras reações que o animal poderia ter ao ser “preso” no momento de partida.

    Assim como é importante a presença de itens familiares ao gato dentro da caixa transportadora, também é uma boa pedida levar na sua viagem os brinquedos e acessórios (como caminha, tigela de alimentação, caixa de areia e etc.) que o felino está acostumado, evitando um desconforto maior ao chegar no destino – local que o pet não conhece e pode estranhar.

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    Alimentação felina em viagens

    As recomendações de alimentação e hidratação dos gatos que vão passar por viagens longas também devem ser observadas, sendo que, em boa parte dos casos, a indicação é de que qualquer tipo de comida não seja fornecido ao animal no dia da viagem – evitando ânsias ou a realização das necessidades do gato dentro da caixa de transportes.

    No entanto, as recomendações em relação a alimentação vão depender de diversos fatores, incluindo tempo de viagem e meio de transporte. Portanto, ao planejar uma jornada com o seu pet, é fundamental que um profissional veterinário seja procurado; para que possa lhe indicar a melhor maneira de transportar o animal e garantir o máximo de suavidade para ele durante o trajeto.

     

    Guia de Trânsito Animal

    Há alguns anos, a Guia de Trânsito Animal era um documento exigido para qualquer tipo de viagem que envolvesse animais; no entanto, nos dias de hoje a GTA não é mais uma exigência para cães e gatos, e pode ser substituida por um atestado de saúde do animal, chamado de Certificado Zoossanitário Internacional (CZI).

    Expedido pelo Serviço de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), este documento deve contar com a assinatura de um profissional veterinário – devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária – atestando a saúde do animal e o recebimento das vacinas necessárias para impedir a transmissão de doenças – sendo a antirrábica a mais importante e necessária para a emissão do certificado.

    Para que se possa certificar a saúde do bicho e a isenção de doenças transmissíveis, todo tipo de vacina que ele precisar deve ser tomada, pelo menos, 30 dias antes (ou em um período menor que um ano); pois, somente desta forma, a assinatura do veterinário poderá ser obtida e o documento liberado.

    Válido por dez dias, o atestado deve ser renovado no seu local de destino, caso o período de viagem seja mais longo, permitindo que o pet retorne para casa sem maiores complicações. Além de validar a saúde do animal, este documento também conta com as principais características do pet (como raça, porte, sexo, pelagem e número de chip – se houver), além dos dados do seu proprietário.

    A Secretaria de Defesa Agropecuária (órgão ligado Vigiaro, que é responsável pela emissão do CZI) conta com diversos postos de atendimento no País, distribuidos em portos, aeroportos e pontos de fronteira do Brasil, onde é possível requerir o documento com o atestado de um veterinário.

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    Viajando com seu felino

    É importante lembrar que nem todas as empresas de transporte e de viagens admitem animais em seus trajetos; portanto, é necessário verificar com as companhias qual tipo de norma é preciso seguir para que se possa viajar com seu pet – e se isso é permitido. Algumas delas requerem, além do CZI, que o animal seja transportado em caixas específicas e até que sejam sedados – e todo tipo de exigência deve ser sabido com certa antecedência para evitar surpresas no caminho.

    Há uma série de opções de remédios contra o enjoo e medicamentos sedativos para animais, que podem tornar as viagens com o felino muito mais tranquilas e confortáveis para os pets. No entanto, nenhum tipo de medicação deve ser dado ao seu bichano de estimação sem que um médico veterinário seja consultado – e somente um profissional poderá indicar e sugerir o remédio certo para amenizar o desconforto do pet durante este trajeto.

    Dito isso, vale reforçar que gatos com idade abaixo de quatro meses devem evitar esse tipo de passeio, e isso se deve, principalmente, pelo fato de que nesta época o felino ainda não terminou de tomar todas as vacinas necessárias para a sua proteção – podendo entrar em contato com outros animais e ser contaminado por alguma doença.

    Gatos idosos também devem evitar viagens, já que esse tipo de trajeto longo pode ser muito estressante, desconfortável e cansativo para os felinos mais velhinhos – que já têm a saúde mais debilitada em função da idade.

    Em viagens de avião, na maioria das vezes, o gato é levado no bagageiro da aeronave; entretanto, há companhias que permitam que o pet viaje junto com seus donos e, se este for o caso, levar uma “mala” do pet é uma boa pedida – incluindo itens como lenços umedecidos e uma toalha (para resolver possíveis acidentes de percurso), além de um cobertorzinho, para que o bichano se sinta mais protegido.

    Os itens de higiene também valem para as viagens de carro e ônibus, sendo que a própria caixinha de areia (vazia) do bichano pode ser levada, nestes casos. A cada parada da viagem você pode deixar com que a caixa fique disponível para que o animal faça suas necessidades, evitando problemas. Nesse tipo de viagem, também é possível levar alguns petiscos e líquidos para o pet – o que pode servir como uma boa distração e um momento relaxante para o felino ao longo do trajeto.

    Fonte: Site Cachorro Gato

    Entenda o atestado zoosanitário para o trânsito de cães e gatos

    Nem todo mundo sabe, mas na hora de viajar com o seu pet todo dono deve ter em mãos o atestado zoosanitário para o trânsito de cães e gatos. Entenda o que é isso.

    Por Raquel Madi

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    Muitos donos pensam que o atestado zoosanitário para o trânsito de cães e gatos só é necessário para viagens internacionais, porém isso não é verdade. Na hora de viajar com o seu pet para fora do país é necessário possuir o Certificado Zoosanitário Internacional (CZI) e para isso, é necessário uma série de documentos que comprovem a boa saúde de seu pet, além da consulta com um dos veterinários aprovados pelo Ministério da Agricultura – o que pode ser agendado para ser feito no aeroporto da cidade onde for embarcar. Mas o que deve ser feito para viajar dentro do país?

    Como conseguir o atestado zoosanitário?

    Tanto para viagens dentro do país, quanto para viagens para o exterior, é preciso que a documentação de seu bichinho esteja em dia, assim como sua saúde. Para isso, é preciso que a carteirinha de vacinação de seu pet esteja em dia.

    Se vai viajar dentro do território nacional, o atestado zoosanitário para pets é apenas uma declaração de seu veterinário. Nesse atestado Zoosanitário – que pode ser dado como “Atestado de Saúde” ou “Certificado Sanitário” – o veterinário (que deve ser credenciado pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária da região de origem do seu pet) afirma que o cão ou gato está com a saúde perfeita para a viagem.

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    Esse atestado deve ser feito no máximo três dias antes da viagem para ter validade, portanto é bom deixar a consulta agendada previamente com o seu veterinário de confiança.

    No atestado zoosanitário para cães e gatos é preciso ter o atestado de vacinação antirrábica (a vacina precisa ser tomada com pelo menos um mês de antecedência à viagem), além do nome do pet, raça, pedigree (se disponível), dados completos do dono e o parecer do veterinário sobre a saúde do seu companheiro.

    Para viagens internacionais, é preciso que o dono providencie o CZI, que é o Certificado Zoosanitário Internacional. Diferente do Atestado Zoosanitário que é utilizado em território nacional, que tem validade de três dias, o CZI vale por oito dias antes da viagem. Para conseguir o CZI é necessário que o seu veterinário examine o seu pet e solicite uma série de exames, que devem ser levados junto ao pet no dia da consulta com o veterinário do Ministério da Agricultura credenciado.

    Uma dica para quem pretende levar o cão para viajar para fora do país com o resto da família é consultar no consulado do país de destino quais os exames exigidos no país que forem visitar, levando essa documentação para o seu veterinário. A partir desse ano entrará em vigor o passaporte para cachorros e gatos, o que facilitará todo o processo e irá organizar todas as informações necessárias sobre seu pet em um único local.

    Fonte: Site Cachorro Gato

    Acupuntura Veterinária

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    A Acupuntura Veterinária é uma técnica milenar que tem como objetivo auxiliar o tratamento de diversas doenças dos pets, buscando manter a saúde do animal em equilíbrio energético. Ela foi desenvolvida na China há muito tempo e vem sendo mais frequentemente usada no Brasil desde 1995. Atualmente a Acupuntura Veterinária é reconhecida como especialidade exclusiva de médicos veterinários.

    A acupuntura pode ser usada no tratamento complementar de doenças que afetam a movimentação normal dos animais, problemas dermatológicos, virais e bacterianos, ou doenças crônicas. Para chegar aos resultados usam-se agulhas muito finas (específicas para acupuntura) que são colocadas no corpo do animal para que ele melhore através da estimulação das defesas do próprio organismo e assim ele consegue promover sua recuperação. Geralmente os animais sentem apenas um leve desconforto ao colocar as agulhas, mas logo depois ficam relaxados, durante e após o tratamento.

    Cada paciente terá atendimento individual e a duração do tratamento varia. Leve seu pet para uma consulta, agende seu horário para uma avaliação.

    Médica Veterinária Victoria Vázquez – CRMV/RS 9384

    Filha gata, mãe cachorra

    Animais de diferentes espécies formam família especial

    A cachorra Ponzu adotou a gata Ichimi, abandonada pela mãe (Foto: Reprodução/Instagram)

    Gatos e cachorros são inimigos naturais, certo? Nem sempre. No caso da felina Ichimie da golden retriever Ponzu surgiu uma relação que ultrapassa a boa convivência. A cadela adotou uma filhote de outra espécie, rejeitada pela mãe biológica e abandonada. O dono de Ponzu, o japonês Jessie Pon, trouxe a pequena para casa. A interação entre os bichos não poderia ser melhor. A cachorra cuidou da bebê como se fosse sua mãe. Isso inclui brincar, lamber e até dormir juntas. Hoje Ichimi é uma gata adulta e forte. Imagens fofas desta história são publicadas na conta no Instagram do dono, com 91 mil seguidores que acompanham de perto a evolução da gatinha abandonada e sua amizade com a cachorra.

    Se a interação parece inusitada, saiba que, antes da chegada de Ichimi, Ponzu já tinha uma companheira felina. Wasabi foi resgatada por Jessie Pon de um ataque de corvos, mas acabou morrendo em agosto. Segundo o dono, a cachorra ficou muito triste e somente se recuperou com o surgimento da nova gatinha.

    A cachorra cuidou da gatinha bebê como se fosse sua mãe (Foto: Divulgação/Instagram)
    Abandonada pela mãe, Ichimi tomou mamadeira (Foto: Divulgação/Instagram)
    A amizade improvável surgiu naturalmente. A cachorra já teve mais companheiros felinos (Foto: Divulgação/Instagram)
    Elas brincam como mãe e filha (Foto: Divulgação/Instagram)
    No Natal, o dono criou fantasias temáticas (Foto: Divulgação/Instagram)
    A gata e a cachorra não se desgrudam na hora de dormir (Foto: Divulgação/Instagram)
    Fonte: Site Casa e Jardim