Seu cachorro sente a sua falta quando você sai?

Primeiro temos que pensar em relacionamentos. Humanos sentem falta de outros humanos porque existe uma ligação emocional entre as pessoas. Os cães também tem uma ligação emocional com os humanos, só é difícil de identificar como os cães amam.

Foi feito um estudo onde colocaram os cães em uma máquina de ressonância magnética. Foram apresentados para esses cães 5 cheiros: o cheiro dele próprio, o cheiro de um cão conhecido e um cão estranho e o cheiro de uma pessoa conhecida e uma pessoa estranha. O que descobriram é que uma região específica do cérebro responsável por alegria e recompensa foi ativada quando o cachorro sentiu a presença de uma pessoa conhecida, dentre os cinco que lhes foram apresentados. O cão teve uma associação positiva com a pessoa conhecida.

Mas, é difícil dizer se um cachorro sente falta do dono quando ele sai ou se eles apenas sentem falta da companhia de alguém conhecido por eles.

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Outro estudo mostrou como os cães reagem a diferentes tipos de familiaridade: o dono, uma pessoa da família que o cão conhece e uma pessoa desconhecida. Descobriram que o cachorro prefere o dono. No teste, o cachorro vai atrás da porta em que o dono foi, não as outras pessoas.

Mas será que os cães sabem por quanto tempo você esteve fora?

Será que os cães tem uma percepção do tempo? Um outro estudo comparou como os cães reagem de acordo com o tempo que são deixados sozinhos. Depois de duas horas deixados sozinhos, os cães vieram cumprimentar o dono com mais intensidade do que quando foram deixados por apenas 30 minutos. Os cães também foram testados serem deixados sós por quatro horas e não fez nenhuma diferença de duas para quatro horas.

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Concluindo, sim, os cães sentem falta do dono!

Fonte: Site Tudo Sobre Cachorros

Eutanásia – quando é preciso sacrificar o cachorro

Devo sacrificar meu cachorro?” – Essa é uma pergunta que infelizmente muitas pessoas acabam fazendo mais cedo ou mais tarde. Ver o sofrimento do animal é muito doloroso e muitos veterinários acabam aconselhando a eutanásia.

Mas cuidado, alguns veterinários aconselham eutanásia para coisas totalmente contornáveis, como por exemplo, a paralisia dos membros traseiros. Não é porque um cão ficou paraplégico que ele não pode viver uma vida normal em uma cadeirinha de rodas. Muitos cães vivem! A eutanásia é pra casos extremos.

Se a eutanásia é proibida para seres humanos, porque então ela é permitida para os animais? É justo tirar a vida de um ser? Essa é uma questão muito polêmica e muitos tem opiniões contraditórias, porém só é possível saber o que faríamos se estivesses frente a frente com a tomada dessa decisão. Não nos cabe julgar a decisão de alguém.

A decisão pela eutanásia (sacrificar o cachorro) não deve ser por causa de despesas médicas ou falta de tempo pra cuidar do animal. A decisão deve ser tomada juntamente com o veterinário, que irá seguir critérios médicos, normalmente para casos irreversíveis onde é impossível a recuperação do animal.

Casos em que a eutanásia é considerada:
– o cachorro não movimenta mais nenhuma pata
– o animal tem ferimentos gravíssimos e de recuperação quase impossível
– o animal parou de fazer as necessidades fisiológicas, se alimentar e beber água
– câncer em estágio severo

O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) elaborou um guia de boas práticas para a eutanásia de animais, que leva em consideração o fato de que os animais são capazes de sentir, interpretar e responder a estímulos dolorosos e ao sofrimento. Esse guia serve para orientar veterinários e donos de animais na tomada da decisão sobre a eutanásia e os métodos utilizados.

De acordo com o guia, a eutanásia será indicada quando:

eutanasia cachorro1 – O bem-estar do animal estiver comprometido de forma irreversível, sem possibilidade de controle por analgésicos ou sedativos;

2 – A condição do animal for uma ameaça à saúde pública (se estiver com raiva, por exemplo)

3 – O animal doente colocar em risco outros animais ou o meio ambiente

4 – O animal for objeto de ensino ou pesquisa

5 – O animal representar custos incompatíveis com a atividade produtiva a que se destina (animais destinados ao consumo humano, por exemplo) ou com os recursos financeiros do proprietário (aí entra o caso das entidades protetoras ou hospitais veterinários).

Uma vez decidida a eutanásia, o médico veterinário vai utilizar métodos que reduzam ao máximo a ansiedade, o medo e a dor do animal. O método também deverá gerar a perna imediata da consciência, seguida da morte. Precisa ainda ser seguro o suficiente para garantir que o animal não sobrevive ao procedimento, o que causaria ainda mais dor e sofrimento.

Fonte: Site Tudo Sobre Cachorros

Monitorar seu cão idoso para sinais de doença

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Com o envelhecimento do cão, provavelmente ele vai desenvolver várias mudanças na função dos sistemas corporais. Algumas delas serão mudanças normais devido ao processo de envelhecimento, outros podem ser um indicativo de doença. Esteja sempre atento ao seu cão, principalmente se ele for idoso.

Monitorar o consumo de alimentos: quanto está sendo consumido, que tipo de alimento está sendo comido (por exemplo, se o seu cão deixar o disco ração e só come a lata), qualquer dificuldade para comer ou engolir, vômitos qualquer??

Monitorar o consumo de água: beber mais ou menos do que o habitual? Monitorar a micção e defecação: cor, quantidade, consistência e frequência das fezes; cor e quantidade de urina; quaisquer sinais de dor ao urinar ou defecar, urinar ou defecar qualquer na casa?

Medir o peso a cada 2 meses: para cães de pequeno porte usar um bebê ou escala mail ou utilizar a escala no escritório do seu médico veterinário, pois cães de tamanho médio, pese-se segurando o cão, em seguida, pesar-se e subtrair para encontrar a diferença, para cães maiores, você pode precisar usar escala do seu médico veterinário.

Verificar e cortar as unhas, olhar para todos os nódulos, inchaços ou feridas que não cicatrizam; Quaisquer odores anormais, qualquer mudança no tamanho do abdômen, aumento e perda de pelo.

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Monitorar o comportamento: os padrões de sono, comandos de obediência, tendência a ser em torno de pessoas; qualquer casa de sujeira, facilmente assustado, ansioso quando deixado sozinho?

Monitorar a atividade e mobilidade: dificuldade com escadas, a incapacidade para o exercício sem se cansar rapidamente, trombando em coisas, colapsos súbitos, convulsões, perda de equilíbrio, mudança na marcha?

Procure quaisquer alterações na respiração: Tosse, respiração ofegante, espirros? Fornecer plano de saúde dental: escovar os dentes do seu cão, examinar regularmente o interior de sua boca, verificar se está babando excessivamente, qualquer feridas, mau hálito, gengivas inchadas ou com cores: amarelo, rosa claro, ou arroxeado?

Monitorar a temperatura ambiente e da temperatura em que seu cão parece mais confortável.

Agende consultas regulares com o seu veterinário.

Fonte: Site Tudo sobre Cachorros

Verduras e legumes proibidos para cães

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Vamos apresentar pra você os vegetais e legumes que seu cachorro não deve comer e os motivos disso.

Cuide bem do seu cachorro, ele merece!
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1. Folhas e caules de plantas

O caule e as folhas de vegetais e legumes não faz bem para os cães e podem causar danos ao organismo. Sempre que quiser oferecer algum desses vegetais e legumes, retire o caule e as plantas.

2. Pimenta

Além da pimenta arder a boca do cachorro, ela pode causar gastrite. Fuja dela.

3. Tomate verde

Tomates verdes não são um tipo diferente de tomate, são apenas tomates normais que ainda não amadureceram. Os cachorros de sítios e fazendas muitas vezes comem esses tomates devido ao seu fácil acesso. Essa fruta, quando verde, pode causar arritmias cardíacas, dificuldade de respirar, salivação abundante, diarreia e até vômito. Se você mora em um local onde tem pés de tomate, cerque-os para que os cães não tenham acesso.

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4. Brotos da batata

Os brotos da batata afetam o Sistema Nervoso Central do cachorro e pode causar vários problemas gastroentéricos nos cães.

5. Cebola

A cebola contém uma substância chamada dissulfeto de n-propil. Nos cães, ela destrói os glóbulos vermelhos do sangue, causando uma anemia muito forte, sendo necessário às vezes uma transfusão de sangue.

6. Batata crua

As batatas cruas contém solanina, que pode ser tóxica para os cachorros. Se quiser dar batata pro cão, cozinhe bem.

7. Batata verde

Batatas verdes também possuem solanina e não devem ser oferecidas aos cães nem cozidas.

8. Mandioca brava

Existem dois tipos de mandioca: a brava e a mansa. A mandioca brava não deve ser consumida nem mesmo pelos seres humanos. Se um cachorro comer uma mandioca brava, ele pode ter náuseas, problemas gastrointestinais, vômitos, cólicas, diarreias, midríase, cianose, problemas de coração etc. Na maioria das vezes o animal vem à óbito.

9. Alho

Além de não ter um odor nem um gosto agradável pros cães, o alho, assim como a cebola, também contém dissulfeto de n-propil e não deve ser oferecido aos cães de forma alguma.

epa01835804 Pet dogs go shopping with their owner Ms Wang (unseen) in Shenyang, northeast China, 24 August 2009. After years of training the dogs can carry a handbag and push a trolley of vegetables. EPA/MARK

Fonte: Site Tudo sobre cachorros

Lulu da Pomerânia: o cão mais bonito do mundo

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O Lulu da Pomerânia – também chamado de Zwergspitz ou Spitz Alemão Anão – é pequeno devido a sua criação seletiva, mas mantém a resistência e pelos típicos dos cães de climas frios. Sendo um exemplar da raça considerado como o cão mais bonito do mundo, este cão simpático e brincalhão costuma cativar todos a sua volta.

Bastante ativo e facilmente sociável, o Spitz Alemão é um animal que pode servir de maneira eficiente como cão de guarda e, embora seu pequeno porte não seja capaz de defender as mais diversas ameaça, seus latidos altos podem ajudar bastante a prevenir situações de perigo, alertando seus proprietários sobre quaisquer suspeitas que possa ter em relação à pessoas desconhecidas.

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Origem

O Lulu da Pomerânia pertence à família Spitz, os cães de companhia mais velhos que existem. Descendente de um cão Neolítico, o Spitz Alemão Anão foi o primeiro que viveu com os homens nas aldeias lacustres da Europa pré-histórica. Esses tipos de cães foram feitos para guardar, caçar, arrastar trenós e fazer companhia para os nômades. Os Spitz se espalharam pela Europa e em cada região a raça evoluiu de maneira diferente devido aos cruzamentos. O Lulu da Pomerânia é o menor das cinco variedades de Spitz Alemão Anão.

Embora a sua localidade de origem não seja completamente definida, a Alemanha é o lugar mais provável de sua descendência – sendo citado, inclusive, em uma das muitas versões do seu nome. Tendo o Spitz Alemão como principal ancestral, o Lulu da Pomerânia passou a ser chamado dessa maneira após sua chegada na Inglaterra – sendo que, nesta época, suas características ainda eram um tanto diferentes das apresentadas hoje em dia pela raça, e os exemplares da raça eram quase todos brancos e com peso de até 13 quilos.

Reconhecido oficialmente pelo English Kennel Club no ano de 1870, o Lulu da Pomerânia foi ganhar mais popularidade somente depois de ser trazido da Itália e se tornar um dos bichos de estimação da Rainha Vitória – que imperou no Reino Unido a partir de 1937 até o seu falecimento, em 1901.

Segundo relatos históricos, os cães que viviam com a rainha eram grandes e destacavam uma pelagem acinzentada – sendo que, desde esta época, os criados de cães já preferiam realizar acasalamentos com o objetivo de criar exemplares menores e mais coloridos da raça. Diminuindo de tamanho cada vez mais ao longo dos anos, o spitz Alemão acabou por gerar o Spitz Alemão Anão, que agora participa de concursos de vbeleza canina e não lembra em quase nada os cachorros que antigamente ajudavam a puxar trenós.

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Comportamento

O Spitz Alemão Anão tem uma natureza curiosa, dócil, corajosa e ousada. É um cão seguro de si mesmo que se mostra distante com os estranhos, mas dócil e tranquilo com seus donos. É muito brincalhão e adora correr. Possui uma grande inteligência e precisa ser estimulado intelectualmente.

Dócil por natureza, este cachorro pode ser socializado de maneira simples com animais de outras espécies, no entanto, se mostra bastante desconfiado e receoso em relação à outros cães e pessoas desconhecidas – podendo ser considerado por muitos como um cão de guarda de plantão; sempre pronto para alertar seus donos sobre perigos diversos e a tentar proteger os que ama.

Embora seu tamanho seja reduzido (assim como seu poder de defesa), os cães da raça Lulu da Pomerânia são bastante atrevidos e corajosos, podendo até mesmo enfrentar animais e pessoas muito maiores que ele para proteger seus donos ou seu território. Dono de uma personalidade marcante, o Spitz Alemão Anão pode ser considerado um cachorro “esnobe” em certos momentos – principalmente com pessoas estranhas – no entanto, com seus proprietários costuma ser puro carinho e amor.

Mesmo sendo receosa com desconhecidos, a raça passa a aceitar melhor as pessoas que são aceitas e queridas por toda a sua família e, portanto, amigos e convidados de seus proprietários já podem se beneficiar com os carinhos e brincadeiras do Lulu da Pomerânia em pouco tempo de contato.

Esperto, o Spitz Alemão Anão pode aprender com facilidade uma série de comandos e truques – e figura na posição de número 23 entre as raças de cães mais inteligentes do mundo. Sua natureza territorial indica que o adestramento destes cães deve ser iniciado quando o animal ainda é um filhote, simplificando o treinamento e aumentando o nível de obediência e lealdade do cachorro.

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Aspectos

Os Spitz Alemão Anão são cães quadrados e bem torneados. Eles têm uma cabeça como de raposa, olhos amendoados e orelhas triangulares eretas. Seu focinho é fino, mas não acentuado. Cauda implantada portada alta e enrolada sobre o dorso. O pelo é curto e estreito sobre a face, a parte frontal das pernas, orelhas e nas patas. No resto do corpo, sua pelagem é longa e rica, podendo misturar tons que incluem preto, marrom, branco, laranja, cinza lobo e outras cores.

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Cuidados Específicos

Apesar de ser um cão peludo, o Spitz Alemão Anão não necessita de cuidados excessivos com os pelos, e escovar sua pelagem de duas a três vezes por semana já é o suficiente para mantê-lo longe do acúmulo de sujeiras – sendo que, durante a troca de sua pelagem, as escovações devem ser feitas com uma frequência maior.

Bastante ativo, o Lulu da Pomerânia gosta muito de caminhar e passear e, para mantê-lo feliz e saudável, é necessário levá-lo diariamente para que pratique exercícios de algum tipo. Mesmo tendo seu corpo recoberto por uma pelagem vasta, o Spitz não é um cão que pode viver em áreas externas sem problemas, e mantê-lo dentro de casa é mais aconselhado para evitar problemas com o frio.

Controlar os latidos do Spitz desde pequeno é outra recomendação bastante valiosa para os que desejam adicionar um cão da raça à família; já que, por ter uma natureza bastante alerta e protetora, pode acabar sendo barulhento demais – mesmo quando não houver ameaça alguma por perto.

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Saúde

A saúde do cão de Pomerânia é forte e, por isso, pode ser considerado um animal que raramente adoece. No entanto, você pode ter problemas comuns que afetam as raças tão pequenas, incluindo complicações como a luxação da patela, crânio aberto, baixo nível de açúcar no sangue e criptorquidia.Hipoglicemia e luxações no ombro também são problemas que podem ocorrer de forma mais rara na vida dos cães da raça.

Fonte: Site Cachorro Gato

Maltês: amigo pequenino de quatro patas

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O nome do Maltês (ou Maltês Terrier) vem da palavra ‘malat’ que significa porto. Pequenino durante toda a sua vida, este cãozinho atinge um máximo de aproximadamente 25 centímetros de altura, mantendo-se no maior estilo “pet fofinho” tanto na fase de filhote como quando adulto.

Animado, energético, apegado ao dono e extremamente protetor em relação às pessoas mais próximas, o cachorro Maltês tem uma expectativa média de vida de 12 anos, sendo considerado um ótimo cão de companhia para os que desejam um amigo pequenino de quatro patas.

Considerada uma das raças mais antigas entre os originários da Europa e classificados como toy, este animal é um dos cães conhecidos há mais tempo no mundo, aparecendo em artes gregas que foram produzidas desde o século V.

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Origem

Os ancestrais do Maltês vêm das cidades marítimas do Mediterrâneo. Eles eram usados para caçar ratos e camundongos que atacavam navios e armazéns, e as primeiras referências que temos deste cão remontam os tempos egípcios. Uma das raças mais antigas do mundo, o Maltês foi um companheiro amado por quase 3.000 anos. Poetas romanos escreveram sobre essa raça e os gregos tinham túmulos especiais construídos para eles. Durante séculos eles desfilaram em torno dos palácios, brincavam nos jardins reais e passeavam nas casas senhoriais.

Chamada pelo nome em latim de Canis Malitaeus desde épocas antigas, o cão Maltês também já foi referido como Cão Leão Maltês e Antigo Cão de Malta – no entanto, a sua origem não está relacionada à ilha de Malta, na Sicília (localizada no Mar Mediterrâneo), mas sim, à palavra porto (ou refúgio), vinda da tradução do termo “málat”.

O Maltês teve sua estreia em solo americano numa mostra em Westminster, no ano de 1877. Um ano depois, a raça foi registrada oficialmente lá. Desde então, eles continuam a ser uma raça popular, tanto para exibição como para animal de estimação.

Embora a cor branca de sua pelagem seja uma das suas principais e mais conhecidas características nos dias de hoje, o cachorro Maltês, em tempos mais antigos, nascia com pelos de outras cores – definindo a sua nuance alva ao longo do tempo. Até o ano de 1913, diferentes cores do cão ainda eram aceitas nas exposições da raça, e foi a partir do século XX que se firmou a obrigatoriedade de que os cães Malteses fossem totalmente brancos.

Queridinho entre as madames da atualidade, o cachorro Maltês já fazia sucesso entre as mulheres desde o início do século XIV, sendo que exemplares da raça chegaram a ser presenteados a Rainha Vitória – e acabaram nas mãos de pessoas que ajudaram a popularizar ainda mais a raça, expondo-a em exibições inglesas.

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Comportamento

O Maltês é inteligente, hiperativo, carinhoso e ágil. Sempre atento ao redor, observando os seus donos, por quem sentem um grande apreço. Tem uma grande facilidade de aprendizagem e costumam ser extremamente protetores em relação as pessoas do seu convívio mais próximo; podendo ser um tanto desconfiados na presença de estranhos ou pessoas que ainda não conhece.

O Maltês é perfeito para quem mora na cidade. Ele é tranquilo, gentil, educado e fica feliz com caminhadas diárias de 20 a 30 minutos – sendo estas necessárias para que ele tenha onde descarregar a sua energia e não se tornar infeliz por isso. Na verdade, alguns Malteses até preferem espaços pequenos (como um pequeno quintal) do que espaços muito grandes para que realizem a sua dose de atividades físicas diária.

Adorável com as crianças, especialmente com as mais velhas, o Maltês é confiante sem excessos quando está ao redor de outros cães; e o seu destemor tende a tornar sua autoconfiança em uma característica defensiva – no entanto, o seu nível de socialização com outros cães pode ser bastante bom e elevado de uma forma geral, sendo necessário (na maioria das vezes), apenas, que o animal tenha algum tempo para passar ao lado dos novos amigos e conhecê-los um pouco melhor.

Embora seja, na maioria dos casos, bastante dócil e amigo das pessoas, o cachorro da raça Maltês (também conhecido pelo nome de Bichón Maltês) também pode ser considerado um bom e eficiente cão de guarda – já que a sua capacidade de observação e o seu grande apego pelos tutores são itens que, combinados, podem fazer deste cão um verdadeiro guardião da casa e de seus habitantes.

Dono de uma grande capacidade de aprendizado e inteligente como poucos, o Maltês ocupa a posição de número 59 na lista que ranqueia as raças caninas mais espertas em todo o mundo; no entanto, para que realmente aprenda, e necessário que haja bastante paciência e persistência nos ensinamentos por parte dos seus donos, que devem buscar técnicas bem focadas para adestrar e impor limites ao animal.

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Aspecto

O cão Maltês tem um corpo esbelto e comprido, coberto com pelagem longa e sedosa em abundância. Suas orelhas são revestidas com pelos compridos que caem sobre a cabeça, e a sua cauda é muito espessa e se curva sobre o dorso. Compacto e considerado um cão de colo, o pet Maltês mede entre 22 e 25 centímetros de altura – sendo que, enquanto os machos costumam atingir cerca de 25 centímetros de altura, as fêmeas geralmente não passam dos 23 centímetros.

A diferença entre fêmeas e machos também é transparecida no que se refere ao peso deste cão, já que, enquanto os machos tendem a pesar aproximadamente quatro quilos, o peso das fêmeas também costuma ser um pouco abaixo disso. Malteses são cães de porte pequeno que destacam cabeças de tamanho médio, focinho cônico e olhos escuros. Sob seu pescoço longo, este cão mantém a cabeça erguida e a pelagem (completamente branca) cai ao longo do seu corpo como uma bela plumagem.

Isto lhes dá uma aparência aristocrática e de bastante elegância, que – em função do seu pelo sedoso e o seu jeito de andar suave, faz com que este cachorro pareça flutuar sobre o chão, tamanha a sua delicadeza de movimento.

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Cuidados específicos

É necessário escovar diariamente o Maltês, pois, o seu pelo se enrola facilmente – e o esquecimento desse tipo de atitude pode, com certa facilidade, atrair uma série de problemas de pele como a dermatite para a vida doa animal. Tosas higiênicas (ou tradicionais) são recomendadas com intervalos de cerca de um mês para que a saúde do animal possa ficar sempre em dia, evitando problemas em função do crescimento exagerado da pelagem e também acidentes que possam ocorrer em função disso.

Por serem muito ligados aos seus donos, se forem deixados sozinhos por muito tempo podem acabar sentindo-se abandonados e tristes, desenvolvendo, até mesmo, problemas psicológicos como o da depressão. Por isso, é de grande importância que, antes de levar um exemplar do Maltês para casa, o seu dono tenha se certificado de que poderá passar bastante tempo com ele – caso contrário, diferentes complicações podem começar a surgir e afetar bastante a vida do pet (e também de seus tutores). Apesar do Maltês parecer um animal de estimação que precisa de mimos, eles são realmente muito robustos e seguros.

Além disso, muitos mimos poderiam deixá-los irritados, já que, muito amor e atenção já são o suficiente para deixá-los felizes e para incentivá-lo a responder aos carinhos, sempre, na mesma moeda. Famosos por sua boa convivência com as crianças, este cachorro deve brincar, apenas, com pequenos que respeitem o espaço do cão e brinquem com eles de maneira correta – pois, brincadeiras mais agressivas ou descuidadas, por exemplo, podem acabar fazendo com que o cão não se adapte e cause problemas com as crianças – de quem costuma exigir respeito e bom tratamento em troco das suas já conhecidas boas maneiras.

O Maltês necessita de cuidado diário, o que não é mimo, são necessidades reais que precisam ser atendidas. Sua pelagem é sedosa e muito suave, portanto escove com cuidado. Eles não perdem muito pelo, sendo uma boa opção de raça para quem sofre de alergia. Lembre-se também de limpar os olhos, orelhas e a “barba” regularmente.

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Saúde

As principais doenças que podem afetar os Malteses são hepatite, parvovirose, coronavirus, cinomose, leptospirose e traqueobronquite – além de problemas de pele (como a dermatite) em função da falta de cuidados com a limpeza e a necessidade de aparar a pelagem. A luxação da patela e outro problema relativamente comum na vida dos cachorrinhos Malteses – e cabe aos seus tutores ficarem atentos aos sinais (como o andar manco ou esticando a perna para trás enquanto anda) da complicação para tratá-la o quanto antes.

 Fonte: Site Cachorro Gato

Persa: tranquilo e amável

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O gato Persa é, para muitos, sinônimo de gato de luxo, sendo também o maior representante das raças nobres. Seu porte tranquilo, sua pelagem majestosa e seu focinho plano e gracioso o convertem no rei das exposições. O Persa será seu gato ideal se estiver ciente que deve assumir uma rotina diária de escovar seus pelos.

Com seu temperamento tranquilo e amável, esse gato é ótimo para pessoas que possuem outros pets, crianças ou que são donos de primeira viagem quando o assunto é felino. O Persa é um gato que vai gostar de dormir no colo de alguém da família, recebendo um pouco de carinho. A raça é também conhecida pelo nome Persian.

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Origem

Tudo aponta que os primeiros exemplares de gato Persa chegaram à Inglaterra em torno de 1800, vindo da Turquia e da Antiga Pérsia (Irã). Foi na Inglaterra que o Persian ganhou as características que conhecemos hoje, numa junção do Persa vindo da Turquia com os Persas criados na Itália, que tinham sua origem na Pérsia. No entanto, o primeiro contato com a raça aconteceu por volta do século XVII, quando um viajante italiano teve contato com o Persa no Oriente Médio. Foi no fim do século XIX que o gato Persa chegou aos Estados Unidos.

Rapidamente a raça ganhou popularidade nos EUA, se tornando a mais popular do país e ganhando um padrão diferente do resto do mundo, de forma que o Persa Americano é ligeiramente diferente do gato Persa encontrado em outras partes do planeta. Sua popularidade é alta desde o século XIX e nunca caiu em declínio, sendo o gato dos sonhos de muitas pessoas.

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Comportamento

O gato Persa possui um caráter tranquilo e sociável. De fácil convivência e aceita muito bem outro companheiro de sua mesma espécie, assim como aceita a interação com outros pets e crianças. A raça é quieta, preferindo se expressar com o olhar, gosta de atenção e de brincadeiras, seja com brinquedos interativos com outros pets com quem cresceu junto. Por outro lado, o gato dessa raça pode ser bastante seletivo sobre o foco de seu afeto na família e nem sempre escolhe o dono para se afeiçoar. Com gosto pelo trato delicado, um gato Persa pode aceitar carinhos de crianças, mas dificilmente vai entrar numa brincadeira muito agitada com ela.

A raça não tem forte a independência, apresentando um forte desejo de estar perto dos humanos, um gato Persian que passa o dia sozinho provavelmente vai preferir a companhia de outro animal de estimação. São gatos inteligentes que esperam que humanos sejam capazes de entendê-los com um simples olhar, parecendo até provável que eles não compreendam com um ser inteligente como humanos não atendem facilmente aos seus desejos. O Persian prefere atividades no chão e dificilmente você vai pegá-lo escalando os moveis para explorar locais mais altos.

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Aspecto

O Persian é perfeitamente reconhecido por sua pelagem longa e luxuosa e seu rosto reto. No geral, são animais de tamanho médio para grande, de corpo musculso. A cabeça é arredondada e grande, com orelhas pequenas de pontas arredondadas com interior peludo, focinho curto e largo com nariz igual e muitas vezes arrebitado, olhos redondos, grandes e abertos de expressão doce. A cor dos olhos é intensa e fortemente relacionada com a cor da pelagem.

A pelagem é longa, densa e sedosa, com grande variedade de cores e padrões, passando por cores sólidas, bicolor, particolor, dourado, prata, malhado, entre outros. Apresenta atualmente mais de vinte variações de cor e padrão. O pelo, aliás, se apresenta mais resistente e brilhante quando o Persian é de cor dominante, como vermelho, enquanto as cores mais diluídas, como azul, apresentam o pelo mais felpudo e suave. Um Persa branco pode ter qualquer tipo de pelagem. O subpelo do gato da raça Persa é igualmente longo. Seus membros são curtos, enquanto seu corpo é de constituição maciça. Os pés apresentam pelos longos entre os dedos. A cauda é proporcional ao corpo, portanto é curta, com pelagem em forma de penacho.

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Cuidados específicos

O gato Persa exige um cuidado constante e meticuloso com sua pelagem. Como acontece com todos os gatos de pelos longos, por eles mesmos não serem capazes de cuidar de seus pelos, vão necessitar sua ajuda para mantê-los em perfeito estado, já que qualquer descuido pode dar origem a problemas de higiene e saúde. A escovação deve ser diária e a tosa é indicada. O pelo do Persa facilmente forma emaranhados, que devem ser penteados delicadamente para não machuca-lo, e de preferência assim que o problema for notado, pois o gato pode se machucar ao tentar removê-lo sozinho.

Saúde

Entre as doenças ou lesões mais frequentes na raça Persa estão as relacionadas com o encurtamento de seu rosto, como alterações oftalmológicas, mandibulares e faciais. Em menor escala também se encontram caso de catarata e Síndrome de Chediak-Higashi (uma imunodeficiência genética associada com os exemplares de cor azul fumaça).

Fonte: Site Cachorro Gato

Queda de pelos em cães: quando se preocupar?

“(…) é importante salientar que nem sempre a causa de problemas na pelagem dos cães estará diretamente ligada à pele ou ao pelo”
Foto Meramente ilustrativa: Divulgação Queda de pelos em cães: quando se preocupar?


Diariamente nossos cães perdem uma grande quantidade de pelos. É um mecanismo fisiológico (normal), pois, da mesma forma que eles caem, novos pelos nascem. Durante este mecanismo a pelagem do animal não é afetada, pois é feita uma substituição contínua. A queda acentuada de pelos é normal pelo menos duas vezes ao ano e está ligada às alterações de temperatura. A textura e o comprimento da pelagem se alteram, conforme as diferentes estações do ano: normalmente no verão ela será mais rala e no inverno mais densa. A coloração também pode mudar um pouco, consistindo em um mecanismo natural de adaptação dos animais às diferentes temperaturas. Até aí, nada demais, mesmo que pela casa o aspirador de pó trabalhe mais para tirar os pelos do tapete. No entanto, quando o proprietário deve começar a se preocupar e como fazer para diferenciar uma queda de pelo normal, de uma que pode sinalizar problemas de saúde?

Queixas dermatológicas constituem a maior causa de consultas de médicos veterinários, mas é importante salientar que nem sempre a causa de problemas na pelagem dos cães estará diretamente ligada à pele ou ao pelo. Normalmente a queda de pelos e a alopecia (ausência de pelos) podem demonstrar um problema restrito à pele, mas também pode ser consequência de um problema orgânico, onde exista comprometimento funcional de órgãos ou glândulas. Vejamos:

  1. Um pelo feio, sem brilho, áspero e com falhas pode ser causado, por exemplo, por parasitas (como piolhos, pulgas ou carrapatos). Nestes casos, além de uma queda maior, há também uma destruição dos pelos do corpo, como a que ocorre em casos de micoses e sarnas, que são doenças muito comuns e frequentemente estão associadas ao prurido (coceira).
  2. Desordens hormonais são causas bem comuns que ocasionam alterações de pele e pelos. A mais comum é o hipotireoidismo, frequente em algumas raças e também os distúrbios das adrenais como o hiperadrenocorticismo.
  3. Doenças sistêmicas como a doença do carrapato, anemias ou infecções também podem ocasionar a queda acentuada de pelos.
  4. É comum fêmeas na época do pós-parto e amamentação também perderem mais pelos, pois as energias são concentradas para a alimentação de seus filhotes, e essa é uma queixa bastante comum entre criadores de cães e gatos. Podem ocorrer também alterações na época do cio.
  5. Queda de pelos acentuada também é frequente em animais que sofreram estresse agudo, como, por exemplo, mudanças, viagens, perda do dono ou outras alterações que interfiram no comportamento de seu cão.
  6. Alimentação desbalanceada, alergias alimentares ou de contato também podem ocasionar alterações nos pelos.

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Para um pelo bonito, lembre-se que seu cão deve ser escovado diariamente e também deve pegar sol. Banhos em excesso não fazem bem, assim como perfumes. Uma alimentação balanceada, de acordo com a raça e a idade de seu animal, também ajuda muito, assim como a vermifugação rotineira e o controle de parasitas externos.

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Se a queda de pelos não vem acompanhada de mais nenhum sintoma, não há coceira e a pelagem de seu cão está bonita, provavelmente você não precisa se preocupar com seu peludo. Mas se há uma queda intensa, com áreas de pouco pelo, pelagem não uniforme e descamação ou outras alterações, você, leitor da Cães Amigos, deve procurar imediatamente um veterinário para um diagnóstico e iniciar o tratamento adequado.

Fonte: Site Cães amigos

Poodle Toy – o mais desejado do país

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O Poodle Toy é a menor das quatro variedades de Poodle que existem (gigante, médio, anão e toy). Seu tamanho, sua inteligência e seu pelo encaracolado elegante tem encantado tanto que, nos Estados Unidos, é a terceira raça mais numerosa, junto com o Cocker e o Labrador. Extremamente popular no Brasil desde o início da década de 90, esse cãozinho simpático e carinhoso continua entre os mais desejados do País, fazendo parte de todo tipo de família e lar – já que costuma conviver bem com todo tipo de pessoa e ambiente.

Considerado parte da raça canina que figura entre as mais inteligentes de todo o mundo, o Poodle Toy (junto com as versões de Poodle Gigante, Médio e Anão) é o segundo cachorro mais esperto entre todas as raças de q   ue se tem conhecimento – sendo o cão de pequeno porte mais inteligente de todos e contando com uma capacidade de compreensão e aprendizado muito acima da média.

Embora seja classificado, na maioria das vezes, junto aos seus companheiros de raça, este animado cachorrinho conta com algumas diferenças em relação às demais versões de Poodle, sendo mais animado para brincadeiras que os outros e menos ciumento e protetor, também.

Origem
Por muitos séculos, o Poodle e o Barbet eram a mesma raça. Este cão foi usado para guardar ovelhas e cabras, além de caçar aves selvagens. Por volta do século XVI, gradualmente começaram a se diferenciar. Durante os séculos XVI e XVIII, os criadores começaram a cruzar os Poodles de tamanho com os padrões menores, a fim de obter o Poodle Anão. Os Poodles Anão ainda estavam sendo popularizados quando os criadores resolveram criar um cão ainda menor, o Poodle Toy.

Embora a raça já exista há muitos anos, ela só foi reconhecida oficialmente no ano de 1984 – popularizando-se de uma maneira rápida e intensa ao redor de todo o mundo. Embora se saiba que uma série de cruzamentos entre os cães da raça Poodle tenha sido o que deu origem aos menores cãezinhos da raça, até hoje não se sabe ao certo qual foi o país de origem do primeiro exemplar Toy; havendo um grande conflito entre França e Alemanha neste quesito – já que, mesmo a raça Poodle sendo reconhecidamente alemã, há quem defenda que o surgimento da versão Toy ocorreu em território francês.

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Comportamento
Como todos os Poodles, o Poodle Toy é fiel, apegado ao seu dono e às vezes pode chegar ao ponto de segui-lo em todos os lugares. Ele é brincalhão, alegre, muito inteligente e observador, é capaz de aprender muito e de forma realmente rápida. Por vezes, pode ficar latindo na presença de estranhos ou quando é deixado sozinho em casa, pois é muito protetor – no entanto, conforme citado anteriormente, o seu nível de ciúme em relação aos donos e pessoas mais próximas da família não é tão grande como os das versões maiores da raça.

Apesar disso, seus instintos de defesa e proteção são tão alto quanto os de qualquer outro tamanho de Poodle, e os latidos podem, de fato, ser um problema na vida de quem tem um exemplar do poodle Toy como parte da família. Por isso, é fundamental que os tutores de cães desta raça específica busquem formas de treinar e adestrar seus bichinhos de estimação desde a época em que ainda são filhotes para que não haja latidos excessivos em todo o resto de sua vida – tirando proveito do alto nível de inteligência e capacidade de aprendizado deste animal para resolver essa questão logo de início.

Bastante sociável, o Poodle Toy tem muita facilidade em fazer amizade com pessoas de todos os tipos de personalidade e idade; sendo, ainda, facilmente conquistado por outros cães ou animais de outras espécies, com quem gosta de brincar por horas. Por gostar muito de atenção e carinho, não é do tipo de cachorro que se possa deixar sozinho por longos períodos de tempo, pois, isso pode torná-lo um animal muito triste e até mesmo facilitar o surgimento de problemas como o da depressão canina.

Mesmo sendo um cachorro bastante ativo, em função do seu tamanho reduzido, o Poodle de versão Toy não precisa de exercícios muito puxados ou extremos; já que o seu pequeno corpo consegue gastar a energia necessária para que se mantenha bem e saudável com a simples ajuda de uma caminhada por dia. Por ser pequenino, este cão pode ter a sua necessidade de atividades físicas ignorada por alguns tutores; entretanto, este é um grave erro – já que, sem a possibilidade de gastar toda a sua energia acumulada, este animal pode ficar mais propenso a desenvolver problemas diversos de comportamento.

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Aspecto
Medindo entre 24 e 28 centímetros de altura, o Poodle Toy é um cachorro de musculatura firme e que pode pesar até 4,5 quilos – sendo que tanto sua altura como o seu peso costumam ser um pouco menores nas fêmeas, quando comparadas com os machos. Dono de orelhas longas e que caem aos lados da sua face, o cão desta raça destaca uma cauda que, geralmente (e nos países onde isso é permitido) é cortada.

Podendo destacar uma pelagem crespa e brilhante ou encaracolada e abundante, o Poodle Toy é dono de pelos bem finos em ambos os casos, exigindo bastante atenção com o quesito e escovações constantes para evitar nós nos fios e, consequentemente o acúmulo de sujeira – que pode dar início a problemas de pele variados, incluindo dermatites de diferentes tipos.

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Cuidados específicos
O Poodle Toy precisa residir com pessoas tranqüilas, uma vez que pode se tornar um cão tenso ao conviver com pessoas estressadas ou nervosas demais – podendo ainda, com isso, abrir as portas para o desenvolvimento de problemas psicológicos e passar por episódios frequentes de ataques de pânico.

Além de viver melhor em ambientes mais calmos e relaxados, este cão também requer muita atenção por parte de seus tutores no sentido de carinho, companhia e presença – já que se sente extremamente abandonado quando sozinho, e isso também ode incentivar o aparecimento de problemas como o da depressão canina. Bem adaptado à vida urbana, pode viver tranquilamente em grandes cidades e em espaços menores como os de apartamentos – sendo o tipo ideal de bichinho de estimação para pessoas dos mais variados gostos e famílias. No que se refere à alimentação, o mais indicado é que faça várias refeições leves e com poucas quantias de comida, evitando problemas que podem aparecer em função do ganho de peso excessivo.

O cuidado do pelo é muito exigente e difícil, sendo necessário levá-lo a um profissional para que tosas sejam feitas de acordo com os padrões da raça.

Saúde
O Poodle Toy tem problemas de ouvido, olhos e de pele. O tamanho pequeno também faz com que a raça seja propensa a lesões, especialmente fraturas.

Fonte: Site Cachorro Gato

Alimentos proibidos para cachorros

Conheça os alimentos proibidos para cachorros e evite cometer erros na hora de alimentar os seus pets

Por Raquel Madi caes

Os amigos de quatro patas sempre querem tudo o que estamos comendo. E muitas vezes é difícil resistir ao olhar pidão deles. Porém, é sempre importante saber quais são os alimentos proibidos para cachorros, porque mais do que agradá-los, o importante é preservar a saúde deles.

Sabe quando você está degustando chocolate ou uma uva bem fresquinha e ele te pede? Nem pense em dar um pedacinho, pois são grandes vilões e estão no topo da lista de alimentos proibidos para cachorros. O chocolate tem teobromina, uma substância tóxica para animais, o que pode trazer graves consequências a eles. E a fruta em questão, mesmo sendo a uva passa, podem causar infecções renais agudas.

 

Afinal, quais são os alimentos proibidos para cachorros?alimentos-proibidos

Mesmo existindo a ração, a melhor e mais indicada nutrição para os bichanos, ainda há aqueles que pensam em dar algo fora desse “cardápio”, com a ideia de que um pouquinho não fará mal. Mas faz! O miolo do pão, por exemplo, que parece tão inofensivo, pode se expandir no estômago do cão depois de fermentada e causar muita dor abdominal, chegando até a romper o intestino.

Outros dois inimigos e que são alimentos proibidos para cachorros, embora o cheirinho deles refogados seja encantador, são o alho e a cebola. O primeiro destrói as células vermelhas dos pets, enquanto a segunda contem tiossulfato, um componente químico que não faz mal aos humanos nas dosagens usadas, mas que na sua forma natural é usado para a diminuição do teor de cloro e qualquer quantidade para os peludos pode ser fatal. E mais: ambos podem causar anemia neles.

Mais algumas comidas que devem passar longe dos cães são: abacate (tem a substância persina, que desarranja o intestino), café (que afeta os sistemas nervoso e urinário), além de todos os produtos dietéticos, que por possuírem xilitol, causam problemas hepáticos.

Ossinhos: eles podem ou estão no grupo dos alimentos proibidos para cachorros?alimentos-proibidos-cachorros

É difícil achar um pet que não passe horas e horas roendo ou brincando com os ossinhos de couro, seja ele de qual tamanho for. Ele não chega a ser um dos alimentos proibidos para cachorros, mas deve ser consumido com cautela e, principalmente, com a supervisão de alguém. Isto porque ao mastigá-lo, ele vai amolecendo, podendo ser engolidos com facilidade, sem que o bichano tenha controle e bloqueando a sua garganta. Claro que isso não ocorre sempre, por isso às vezes ele merece esse mimo.

Se você tiver dúvidas quanto ao tamanho e tipo do ossinho correto para o seu cão, consulte o veterinário, que saberá indicar o mais adequado. Além disso, há outras opções para agradar ao amigão, como biscoitos, palitinhos, petiscos de carne ou frango e até alternativas naturais.

Fonte: Site Cachorro gato