Por que meu cachorro anda em círculos antes de se deitar?

Muitos cachorros irão fazer círculos em um lugar antes de deitar e descansar. Apesar de ninguém ter de fato certeza, o ritual é provável de vir de um hábito dos dias em que cachorros-lobos viviam na selva, diz a veterinária comportamental Dr. Karen Sueda, DVM, do Hospital Animal do Oeste de Los Angeles.

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Porque meu cachorro… Anda em círculos antes de deitar?

Os antepassados do seu cachorro tinham que dormir fora, sem calor ou abrigo. Andar em círculos antes de dormir era uma maneira de dar uma abaixada no mato, folhas ou neve e criar uma superfície macia – algo semelhante a formar um ninho.

Circule aqui e Cave lá

Após fazer círculos, o seu cachorro cava a cama ou o carpete antes de deitar? Assim como fazer círculos, cavar provavelmente também é um comportamento ancestral para se manter seguro e confortável.

Em extremo calor, cavar um buraco era uma maneira de reduzir a temperatura corporal do cachorro ao se cercar de solo gelado que poderia ajudar a regular o calor do corpo – ou até mesmo em temperaturas muito baixas- entrando em um buraco e permitindo que o cachorro segurasse o calor e se mantivesse confortável.

Então porque nossos cachorros mimados e amados ainda não evoluíram desses comportamentos?

Não se preocupe – andar em círculos não significa que seu cachorro está sendo chamado pela selva. Comportamentos adaptáveis tendem a ficar muito tempo depois, mesmo não sendo mais usados, quando não há a necessidade de mudar.

Então quando andar em círculos pode ser considerado um problema?

Inquietação pode ser um sinal de desconforto ou até dor. Se o seu cachorro está repetidamente andando em círculos ou cavando mas não está conseguindo deitar e descansar, ele pode ter um problema de saúde, como artrite ou problemas neurológicos.

Você deve observar seu Pet e ver se ele está tendo problema em se levantar ou em se deitar. Se ele está inquieto, leve ele a um veterinário para descartar dor e para obter um diagnóstico adequado.

Inverno – Cuidados com os gatos no inverno

Gatos precisam de algum cuidado especial no inverno?

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frio está chegando e é sempre muito importante termos cuidados especiais com a saúde de nossos peludos. Durante as noites alguns gatinhos acabam dando suas espreitadelas fora de casa e é preciso pensar em proteger seu gato do frio a fim de evitar que ele fique doente. A cada ano que passa temos dias mais frios no inverno e apesar de nossos felinos terem seus corpos recobertos de pelos, eles também sofrem com a mudança de temperatura.

Portanto sim, é importante que você proteja as patinhas do gato no inverno. Muita gente acredita que por serem peludinhos, os felinos não necessitam de nenhum cuidado especial em dias de temperaturas baixas, no entanto eles precisam de algumas atenções especiais de você.

Cuidados com os gatos no inverno

Proprietários inexperientes de gatos muitas vezes tem uma impressão equivocada sobre seus gatos. Parecem ter grande dificuldade em acreditar que por baixo de tanto pelo eles sejam capazes de passar frio. Mas acredite que apesar de seu estilo de vida independente, eles apreciam muito cuidados especiais em dias frios.

Devemos ficar atentos com gatinhos que dormem ao relento. Traga seu bichinho para dentro de casa em dias frios, dando a ele acomodações cobertas e protegidas do vento e da umidade. Gatos que ficam quentinhos e aconchegados em suas caminhas e cobertores estão menos sujeitos a desenvolver um resfriado e em épocas mais frias o tratamento é sempre menos eficiente. Tosse, inflamações de ouvido, secreções de nariz e olhos podem ser precurssores de problemas mais severos na saúde dos gatinhos.

Nos dias mais frios do ano, considere colocar uma bolsa de água quente, ou até mesmo uma garrafa pet com uma água morninha para aquecê-lo junto à sua caminha.

Cuidados com os gatos no inverno – As almofadinhas dos gatos ficam rachadas

Cuidados com os gatos no inverno

As almofadinhas das patas dos gatos, carnudas e macias, são muito delicados. Seu gato continuará lambendo suas patinhas e dependerá de você e mantê-las hidratadas pois em dias muito frios isso não ocorrerá naturalmente. Da mesma forma que nossos lábios ficam rachados devido ao frio intendo, por se tratar de uma região que fica úmida regularmente, com os gatos no inverno, o frio intenso fará com que suas almofadinhas fiquem facilmente rachadas, muitas vezes criando ainda feridas que provocam uma sensação irritante e causa dor ao gatinho.

A melhor opção para protegê-lo é utilizando um hidratante de uso veterinário, útil para manter uma forte hidratação nesta área parte do corpo. Converse com seu veterinário, para que ele lhe aconselhe qual a melhor opção para seu gato, em seguida a parte mais difícil será fazer com que ele aceite que você passe o creme em suas patinhas.

Sabemos que os gatos não gostam dessas coisas, e eles tendem a lamber todo tipo de produto extraterrestre que é aplicado sobre seu corpo. Uma dica para que você consiga fazer que o creme consiga penetrar profundamente e seu gatinho fique protegido contra o frio e a geada, um bom momento é aplicar o creme minutos antes de alimentar o gato. Desta forma ele estará focado na refeição e não no creme irritante. Fique junto ao gato e proponha algum entretenimento após a refeição, dando o tempo necessário para que o creme seja absorvido.

Cuidados com os gatos no inverno – Se seu gatinho é um andarilho, seque-o quando chegar em casa

Cuidados com os gatos no inverno

Outra dica para proteger as patinhas de seu do gato no inverno é sempre limpar suas patas quando ele chegar de um passeio, principalmente se estiver chuvoso ou em dias de geada. Se seu gato for acostumado a passear na rua, sempre dê uma secada na pelagem em dias de inverno. Eu particularmente não acho legal gatos passearem na rua sem coleira, mas se seu gato tem este tipo de liberdade, considere secá-lo com um secador, sempre que ele chegar em casa. Em dias muito frios o sereno úmido fará com que seu gato demore muito para se aquecer e isso poderá diminuir sua imunidade.

 

Fonte: Blog do Gato

7 cuidados para tomar com cachorros no inverno

Existem cuidados a tomar com seu cãozinho neste inverno! Saiba como deixá-lo quentinho, saudável e confortável na estação mais fria do ano

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Dicas para proteger seu pet no inverno

1) Converse com o médico veterinário sobre vacinas sazonais

No inverno aumenta a incidência de doenças respiratórias nos cães. A exposição ao tempo frio propicia o aparecimento de doenças típicas da estação, como a traqueobronquite, também conhecida como tosse canina ou gripe canina. A gripe canina pode ser contraída em qualquer época do ano. No entanto, com o frio é comum que a resistência dos animais caia e, com o sistema imunológico mais sensível, essa transmissão acontece ainda mais facilmente entre os cães. A melhor forma de evitar essa doença altamente contagiosa é a vacinação. Por isso, converse com o médico veterinário e proteja seu pet.

2) Diminua a frequência dos banhos e esqueça a tosa

Diferentemente do verão, no inverno há menos mosquitos, pulgas e carrapatos. Além disso, o cãozinho se suja menos, logo a necessidade de banhos é menor. Os banhos frequentes durante os meses de frio também podem colaborar para diminuir a resistência do animal, tornando-o susceptível a uma série de doenças, inclusive problemas respiratórios. O recomendado é diminuir a quantidade de banhos em 50%, ou seja, se seu cãozinho toma banho toda semana, amplie o intervalo para de quinze em quinze dias. Dessa forma, ele ficará limpinho e correrá menos riscos.

A tosa durante o inverno também é desnecessária e não é indicada, afinal, o pelo funciona como um isolante térmico natural, que mantém o cão quentinho e protegido. Por isso, guarde as tosas para os meses mais quentes. Se necessário, faça apenas a tosa higiênica.

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3) Evite passeios após o banho

Expor seu cachorro ao clima externo logo após o banho, mesmo que seu pelo esteja 100% seco, pode ser muito perigoso e resultar em um choque térmico. Além de comprometer o sistema imunológico do cãozinho e causar desconforto, essa mudança brusca de temperatura pode ser perigosa. O choque térmico pode desencadear uma série de doenças circulatórias e ainda agravar casos crônicos de outros tipos de doenças, como a displasia coxofemoral. Por isso, o ideal é esperar uma hora antes de expor seu cãozinho ao frio.

4) Aumente a quantidade de comida

Com o frio, o gasto calórico apenas para manter o corpo funcionando, sem considerar atividades físicas como os passeios, aumenta cerca de 30%; logo, a ingestão de calorias deve ser maior, para suprir essa necessidade. Se o seu cãozinho continuar comendo a mesma quantidade de alimento durante o inverno, ele corre o risco de apresentar um quadro de desnutrição. Ele irá emagrecer e certamente passará mais frio, pois não haverá energia estocada para manter sua temperatura.

O recomendado é aumentar a quantidade de ração entre 15% e 30%. Se ele estiver satisfeito deixará a comida no potinho, mas se for necessário comerá tudo. Então, se seu bichinho consome 100g de ração por refeição, aumente essa quantidade para 130g. Mas não exagere, o excesso e o que for consumido sem necessidade se transformará em gordura, e seu bichinho pode ficar obeso.

5) Garanta que seu amigo esteja quentinho e confortável

Quem não gosta de um cantinho bem aconchegante e quentinho para dormir nas noites de inverno? Pois com seu cachorro não é diferente! Incremente a caminha de seu petcom um cobertorzinho e garanta que ela esteja em um lugar seguro, longe de correntes de vento ou exposição ao clima.  Se seu cachorrinho dormir em uma casinha do lado externo da sua casa, certifique-se de que ela está sob um local com cobertura e a abertura pela qual seu cãozinho entra está bem protegida do frio. A base da casinha costuma ser o local mais gelado, e também por onde se perder mais calor, por isso, sob sua caminha coloque papelão que funcionará como isolnate térmico, garantindo que a casinha permaneça bem quentinha e aconchegante.

6) Roupinhas são bem-vindas desde que confortáveis

As roupinhas são essenciais, principalmente para os cães de pelo curto, pequenos e para os filhotes, afinal, para eles, manter a temperatura do corpo é uma tarefa mais trabalhosa do que para cães de grande porte e de pelo longo. Opte por roupinhas que sejam quentes e confortáveis, e não apenas pela estética. Para que o bichinho se acostume mais facilmente a usá-las, escolha algo como um colete, sem mangas, que costuma ser bem confortável e facilita a adaptação do cachorrinho. Dê preferência às roupas que fechem com velcro: elas são mais simples de vestir e tirar quando for necessário. Aos poucos, conforme o pet for se acostumando, vista-o com roupinhas que sejam colocadas como camisetas, passando primeiro a cabeça e depois as patinhas dianteiras, uma de cada vez.

Essas roupinhas costumam ser bastante confortáveis e devem ser largas. Se ficarem justas, troque-as por um número maior – do contrário seu cãozinho se sentirá apertado e certamente não gostará do visual.

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7) Evite sair com o peludo nos horários mais frios

Assim como no verão o ideal é passear com seu cãozinho quando o clima está mais ameno para evitar a hipertermia e que o bichinho queime as almofadinhas das patinhas, ou seja, pela manhã e no final da tarde, no inverno também há restrição de horários: opte por levá-lo para passear quando o clima estiver mais agradável, o que costuma ser entre às 11h e 15h. Passear nos horários mais frios pode desencadear uma mudança brusca de temperatura e todos os males que vêm com ela, além de ser desconfortável.

Cãozinho saudável e quentinho

Garantir o bem-estar do seu melhor amigo é essencial, principalmente no inverno. Por isso, lembre-se de mantê-lo aquecido, com comida o suficiente e vacinado contra as doenças características do inverno. 

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Fonte: Site Bolsa de Mulher

Soluções pra deixar seu gato sair de casa

Graças à criação e comercialização de caixas de areia para gatos desde meados da década de 1940, mais e mais gatos estão se tornando animais de estimação de casa. Como tal, os gatos geralmente estão tendo vidas mais longas e saudáveis. Em média o gato de casa vive de dez a doze anos de idade, e muitos de nós conhecemos felinos com mais de vinte anos. Em contrapartida, gatos de rua vivem, em média, apenas um período de dois anos. Nossas casas oferecem um ambiente mais seguro, mais saudável do que a vida na rua. Pense, sem carrapatos e pulgas a não ser que o cão os tragam; não existe brigas com guaxinins raivosos, gambás fedidos ou coiotes famintos e nada de veículos em movimento. Não há dúvida sobre isso – dentro de casa é mais seguro!

No entanto, quando escolhemos fazer nossos gatos companheiros internos, temos a responsabilidade de proporcionar o estímulo que a natureza fornece automaticamente. Arranhadas e subidas em pseudo árvores; brinquedos interativos simulam caça de aves, insetos e ratos. A rotação dos brinquedos oferece emoção, variedade e exercício.

Como levar seu gato pra fora

gato lado de foraDito isto, muitos amantes de gato ainda preferem compartilhar o grande ar livre com seus amigos felinos. Felizmente, existem maneiras de minimizar os riscos. Enquanto as vacinas são importantes para os gatos de interior, elas são essenciais para a saúde dos gatos autorizados a saírem. O solo de um jardim ou quintal pode abrigar doenças que se propagam pela rua para gatos não vacinados durante muitos meses. E a raiva se espalhou por grande parte do país, transmitida principalmente por meio disputas com a vida selvagem como raposas, guaxinins e morcegos.

As formas mais seguras para permitir que seu gato desfrute de um tempo fora é colocá-lo(a) na coleira e sair para passeios juntos ou fornecer uma olhada de perto ou um quintal cercado com rede a prova de gato.

Coleira para gatos

gato coleiraTreino com coleira, como muitas coisas, é mais fácil se ensinado enquanto o gatinho é novo. Mas alguns gatos adultos podem se habituar a ela. Escolha uma coleira do tipo 8 ou H e certifique-se de que ela serve direito (o encaixe está correto se você mal consegue colocar seu dedo entre o gato e a coleira). Primeiro, coloque a coleira por alguns minutos, de preferência um pouco antes das refeições ou durante a brincadeira, para que o gato a associe com algo positivo. Repita isso várias vezes ao dia. Quando o gato começar a ignorá-la, prenda a coleira e deixe-o arrastá-la um pouco; fique ao redor caso a coleira fique presa em algo. O próximo passo é pegar a coleira e seguir o gato ao redor da casa. Isto permitirá que o gato se acostume a ter um humano o seguindo, antes de fornecer orientação com a coleira. Quando seu gato estiver confortável, vá para uma área ao ar livre tranquila. Mantenha suas primeiras sessões curtas, frequente e otimista; carregue um pouca de comida para recompensa. Se você está deixando sua propriedade, mantenha seus olhos atentos em cachorros sem coleiras, skatistas ou bicicletas que poderiam colocar o gato em perigo ou lhe assustar.

Cercas e grades pro quintal

Como cercas externas podem ser feitas em casa ou compradas, elas vêm em todas as formas e tamanhos. Para maior durabilidade, rede de galinheiro ou tela de arame – fixada em torno de uma simples estrutura de madeira – é melhor do que a tela normal de janela. Cobertura é uma necessidade uma vez que os gatos são excelentes escaladores. As melhores estruturas são aquelas que incluem subir e descansar em móveis no interior. A área sombreada com um recipiente de água é necessária para o clima quente.

Se você escolher uma cobertura exterior ou colocar uma tela a prova de gato na cerca tradicional, lembre-se de que elas são mais eficientes somente quando você está em casa ou for capaz de verificar seu gato com frequência. Roubo de animais leva apenas alguns segundos, seja por uma criança incômoda na vizinhança ou um grupo organizado que vende animais para pesquisa. Não se esqueça, um microchip, tatuagem ou placa de identificação é a primeira coisa capaz de reunir você e sua família felina se todas as precauções falharem.

Algumas opções:

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Fonte: Site Tudo Sobre Gatos

Como limpar a orelha do cachorro

Limpar_orelha_cesLimpar as orelhas do seu cachorro pode se tornar uma rotina fácil e rápida uma vez que você aprender como realizá-la. Devemos lembrar que as orelhas são órgãos sensíveis e de muita importância em nossos amigos caninos, devemos ter sempre muita atenção a qualquer sinal de feridas e/ou sujeiras.

Enquanto nosso canal auditivo é horizontal, o do cachorro é em formato “L”, que o deixa mais propício a ter problemas de ouvido. Orelhas sujas podem causar inflamações e infecções no ouvido. Cachorros com orelhas grandes podem ser alvo fácil de fungos e bactérias, a atenção deve ser redobrada. Veja na imagem abaixo alguns sintomas de que seu cachorro pode estar com problemas de ouvido.

Como identificar problemas com a orelha do cachorro

Alguns sintomas de que o cachorro pode estar com problemas de ouvido:

  • O cachorro balança demais a cabeça, algo o parece incomodar.
  • Forte odor no ouvido.
  • O cachorro está com feridas na parte interna da orelha.

 

 

Veja o passo a passo de como limpar a orelha do seu cachorro

 

  1. Devemos analisar como está a orelha do cachorro. Caso você ache que está muito suja, com forte odor e/ou machucada, leve o seu cãozinho ao veterinário.
  2. Após breve análise, devemos separar o material para a limpeza. Um frasco de loção para limpeza de ouvidos caninos e algodão.
  3. Aplique o produto dentro da orelha do cachorro.
  4. Massageie a orelha de forma a espalhar o produto e também amolecer a sujeira.
  5. Pegue uma bolinha de algodão e comece a retirar a sujeira da orelha, se o algodão estiver sujo, troque por outro e continue a limpeza até não haver mais sujeira ou líquido no ouvido do cachorro.
  6. Repita o procedimento na outra orelha.
  7. Recomendamos uma recompensa por bom comportamento. Toda vez que o seu cachorro se comportar bem em alguma atividade de rotina, dê uma recompensa, dessa forma podemos garantir que ele se comporte adequadamente outras vezes.

 

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Como Limpar a orelha do cachorro. Imagem: Portal do Dog

 

Alguns cuidados que devemos tomar ao limpar a orelha do cachorro

 

  • Não recomendamos a utilização de cotonetes, o uso incorreto pode acarretar danos ao ouvido do seu cachorro.
  • Esteja preparado para uma reação do animal. O ouvido é uma parte sensível, e normalmente os cachorros se sentem incomodados. Peça a ajuda de alguém para segurar o cachorro.
  • Jamais improvise, não utilize objetos pontiagudos. O recomendado é utilizar somente o dedo com algodão.
  • Não utilize água dentro do canal auditivo do cachorro. O acúmulo pode levar a formação de bactérias e fungos.

Fonte: Site Portal Dog

Frequência da limpeza da caixa de areia

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Existem muitos motivos pelos quais um gato não gosta da sua caixa de areia. Um dos motivos mais importantes, e felizmente, o mais fácil de resolver, é que a caixa está simplesmente suja. Os nossos amigos felinos colocam vários termos com relação aos hábitos de limpeza da caixa higiênica, mas em algum ponto todos os gatos irão parar e dizer “Sem chance!”.

Alguns gatos, assim como algumas pessoas são mais incomodados com as condições sanitárias e pararão de usar suas caixas mais cedo do que outros. Caixas sujas são o equivalente para o gato ao banheiro público com papel higiênico no chão e vaso sem descarga – você não vai querer usar! Uma extensão deste problema pode ser no pouco número de caixas para seus gatos – a regra de ouro é, no mínimo, uma caixa a mais de areia do que o número de gatos na casa.

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As caixas de areia devem ser limpas pelo menos uma ou duas vezes por dia, e é ainda melhor se você puder limpá-la assim que o seu gato terminar seu negócio. Existem caixas auto limpantes disponíveis que usam um sensor para dizer quando um gato entrou e saiu dela. Ao mesmo tempo que elas são ótimas para manter a tarefa de limpeza longe dos humanos, elas tendem a assustar, pelo menos, alguns gatos e não seria uma boa escolha para um gato tímido. Além de limpar diariamente, é importante mudar regularmente a caixa de areia (duas vezes por semana para a areia não se juntar, mensalmente, a areia toda) e lavá-la com água e sabão. Caixas plásticas também devem ser substituídas uma vez por ano, por causa das arranhadas que elas recebem durante o uso regular e que podem reter odores e resíduos.

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Fonte: Site Tudo Sobre Gatos

6 soluções para a ansiedade dos cães quando ficam sozinhos

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Alguns cães sofrem de ansiedade da separação, ou seja, se sentem nervosos, com medo ou em pânico quando seus companheiros humanos saem de casa.

Muitas vezes, as pessoas não percebem que seus cachorros estão sofrendo desse tipo de ansiedade, porque isso sempre ocorre quando os bichinhos estão sozinhos.

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Esses são alguns comportamentos que podem indicar que seu cão sofra de ansiedade da separação:

  • Chama a atenção de seus donos durante o dia todo (latindo, encostando a pata, olhando…)
  • Segue seus donos pela casa
  • Procura proteção de seus donos quando algo inesperado acontece
  • Fica muito animado quando seus donos chegam em casa
  • Fica latindo, chorando ou ouvindo quando está sozinho
  • Destrói objetos da casa quando o dono sai
  • Tenta fugir de casa quando está sozinho

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Se você desconfia que seu cão esteja sofrendo de ansiedade da separação, veja 6 soluções para ajudar seu bichinho:

  1. Finja que vai sair (pegue suas chaves ou bolsa), mas então fique em casa ou saia e volte imediatamente. Assim que o cachorro for se acalmando, aumente o tempo que você fica fora;
  2. Quando você chegar em casa, ignore seu cachorro enquanto ele não se acalmar;
  3. Não permita que seu cachorro durma na sua cama;
  4. Peça para outra pessoa fazer algo que seu cachorro goste, como passear ou brincar;
  5. Deixe seu cachorro com vontade de ter seu tempo sozinho, dando brinquedos especiais quando você sair de casa e tirando esses brinquedos quando voltar;
  6. Se você costuma ter a televisão ou rádio ligados quando está em casa, deixe ligado quando sair também.

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Fonte: Portal do Dog

Os cachorros têm chulé?

Alguns tutores afirmam que as patas de seus cães têm cheiro de salgadinho de milho. 

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Você já deve ter cheirado a pata do seu cachorro, não é mesmo? Se você nunca fez isso, faça agora para entender o que falaremos a seguir!

O odor te incomodou? Muitos tutores afirmam que as patinhas de seus cães têm cheiro de salgadinho de milho ou de pipoca. E alguns chegam até a gostar desse odor.

Independente disso, o fato é que existe um cheirinho diferente naquela região. Assim como os humanos, os cães também têm chulé!

Você deve estar se perguntando “por que os cachorros têm chulé se não usam sapato?”. Todos os cães, por mais limpo que sejam, têm fungos e bactérias em suas patas.

Os cachorros transpiram pelas patas e seus pelos, dobrinhas e almofadas fazem com que a região fique úmida. Além disso, é a região do corpo que está sempre em contato com o chão e suas sujeiras.

Normalmente, o chulé dos cães não é motivo de preocupação por ser algo natural.

Entretanto se o odor estiver muito forte ou diferente do habitual, é melhor procurar um veterinário. Porque pode ser sinal de algum problema como infecção, unha encravada, tumor ou um corpo estranho dentro da pata.

Além do cheiro, é importante ficar alerta a outros indicativos de problemas nas patas: vermelhidão, rachaduras, secreção, se o cachorro estiver mancando ou lambendo muito a região.

Fonte: Site Portal do Dog

Akita: Docil, leal e protetor

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O Akita é uma grande e poderosa raça de cão, com uma presença nobre e intimidante.

Informações Gerais
O Akita pode ser a única raça no mundo considerada um monumento natural em seu país de origem. Ele é uma raça japonesa, desenvolvida para caça de grandes animais como o urso, alces, e javalis. Ele foi originalmente usado para guardar a realeza e nobreza no Japão feudal. Hoje ele é frequentemente encontrado trabalhando como um cão policial ou guarda.

Esta é uma raça grande e poderosa, com muita substância e ossos pesados; é um pouco mais longo do que alto. Sua estrutura reflete a sua tarefa original de caça através da neve espessa e terreno acidentado. Sua pelagem dupla consiste de um subpêlo denso e um áspero. Essa combinação oferece amplo isolamento de água e clima. Sua marcha é rápida e poderosa.

O Akita é um cão versátil de grande tipo spitz. Ele pode ser um companheiro de caça e protetor. O Akita é corajoso, independente, teimoso e tenaz. É totalmente dedicado e vai proteger os membros da família. É reservado com estranhos e pode ser agressivo com outros cães. Ele pode ser dominador. Apesar de não ser uma raça para todos, nas mãos certas o Akita é um excelente companheiro.

No que se refere contato com crianças é bom ficar atento às vezes ele pode confundir os gritos agudos e alguns tipos de brincadeiras mais pesadas entre as crianças como luta real e intervir para protegê-los se ele não é supervisionado. Socialização precoce e frequente são essenciais para ajudá-lo a desenvolver a confiança saber diferenciar situações normais de uma ameaça real.

Ao contrário de muitas raças Spitz, o Akita não é conhecido por latir, o que pode torná-lo interessante para os moradores de apartamento (mesmo não sendo o tipo de moradia ideal), mas isso não diminui suas habilidades como um cão de guarda. Ele é altamente protetor.

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Características

Expectativa Mínima – 10 anos

Expectativa Máxima – 12 anos

Altura Mínima – 23cm

Altura Máxima 28cm

Peso Mínimo – 30kg

Peso Máximo – 60kg

Origem do Akita – País: Japão
Originado na província de Akita localizada na ilha  Honshu, um lugar frio, montanhoso e rudimentar no Japão, de onde veio seu nome ele é um dos mais primitivos cachorros do planeta. Tem descendência muito próxima com lobos.  Os Akitas eram usados na caça de animais de grande porte e também guardavam as famílias e suas propriedades.

O Akita é talvez o mais famoso e venerado das raças nativas japonesas. Embora carrega uma semelhança com os cães de túmulos antigos japoneses, o Akita moderno remonta ao século 17, quando um nobre com um grande interesse em cães foi exilado na provincia de Akita um local com invernos muito rigorosos . Ele desafiou os proprietários de terras para competir na criação de uma raça de poderosos cães de caça. Estes antepassados ​​Akita foram chamados matagi-inu, ou “cão de caça”. A raça varia ao longo de 300 anos.

Em 1927, o Akita-inu Hozankai Society of Japan foi formada para preservar o Akita original, e em 1931 o Akita foi designado como um dos tesouros naturais do Japão.

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Curiosidades sobre o Akita
– Akita é uma raça muit territorial. Dividir seu espaço com outro animal pode ser um problema. Podem aprender a conviver com outros animais desde cedo;

– O filme “Hachi”, estrelado por Richard Gere, é baseado na história verídica de um Akita japonês chamado Hachiko. Após a morte de seu dono, Hachiko esperou todos os dias na estação de trem pela volta do seu tutor, todos os dias até o fim de sua própria vida;

– O Akita era o cão oficial das famílias nobres no período do Japão feudal;

– Apesar de não recuar diante de desafios, o Akita é um cão carinhoso e divertido, mas não é a primeira opção para alguém sem muito experiencia no trato com animais.

Cuidados e Bem Estar
O Akita precisa de exercícios diários. Não é de muito euforia. Uma boa caminha de 20 a 30 minutos por dia sempre na coleira já são suficientes para manter uma saúde física e mental.

Deixá-lo no quintal não seria uma boa ideia já que gosta de estar sempre junto de sua família. Tratá-lo dessa forma vai alterar seu comportamento podendo ficar agressivo e ansioso.  Sempre inclua seu cão nos passeios de família, não é saudável deixa-lo sozinho por longos períodos.

Um cuidado especial deve ser tomado no período de crescimento. Estes cães crescem muito rápido, entre quatro e sete meses, tornando-os suscetíveis a doenças ósseas. Uma dieta bem balanceada de baixas calorias impede o rápido desenvolvimento. Além disso, não deixe que o seu cachorro Akita corra e brinque em superfícies duras, como ruas pavimentadas, brincar em um local gramado seria o ideal. Também evite saltos forçados até que o cão esteja com pelo menos dois anos de idade, tempo em que suas articulações já estarão totalmente formadas.

Apesar de seus hábitos de autolimpeza, o Akita também precisa de cuidados profissionais a cada três meses, isso inclui um bom banho. É claro que, banhos mais frequentes são necessários se seu cão rola em uma poça de lama ou algo malcheiroso. As unhas devem ser aparadas uma vez por mês, e os ouvidos inspecionados uma vez por semana. Limpe os ouvidos suavemente usando uma bola de algodão umedecido.

Escove semanalmente para retirar os pelos mortos. Nos períodos de queda de pelo as escovações devem ser diárias. Escove também os dentes para uma melhor saúde bucal.

Predisposição a Doenças: Síndrome de dilatação-volvo-gástrica, Atrofia progressiva da retina e hipertireoidismo.

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Aparência física
Cão de grande porte, constituição robusta, bem balanceado e com muita substância; caracteres sexuais secundários nitidamente definidos, com grande nobreza e dignidade na sua simplicidade; constituição robusta. Tem o crânio em tamanho é em proporção ao corpo. A testa é larga, com um nítido sulco frontal. Sem rugas. Dorso reto e forte e lombo largo e musculoso. Peito profundo, com antepeito bem desenvolvido, costelas moderadamente arqueadas. Cauda inserida alta, grossa, portada vigorosamente enrolada sobre o dorso; a extremidade quase alcançando os jarretes quando abaixada (esticada).

Pelagem do Akita
Pelo externo duro e reto, subpelo macio e denso; a cernelha e a garupa são revestidas com um pelo ligeiramente mais comprido; o pelo da cauda é mais longo que o do resto do corpo.

Cor da pelagem
Vermelho-fulvo, sésamo (pelos vermelho-fulvo com as pontas pretas), tigrado e branco. Todas as cores acima mencionadas, exceto a branca, devem apresentar o “urajiro” (pêlo esbranquiçada nas laterais do focinho, nas bochechas, na face ventral da mandíbula, pescoço, peito, tronco e a cauda e na face interna dos membros).

Filhotes
São bem ativos quando filhotes e precisam iniciar logo cedo seu treinamento. Cuidados nessa fase são essenciais para que não tenham problemas nas articulações quando estiverem adultos.

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Perguntas frequentes
O Akita pode viver em apartamentos ou espaços pequenos?
Por não ter o hábito de latir seria uma boa indicação para apartamentos, mas o Akita é um cão de porte médio para grande e isso pode dificultar um pouco a vida. O ideal mesmo seria casa com muros para evitar contato com outros cães.

O Akita é recomendado para crianças?
Não são recomendados para crianças muito pequenas.

O Akita pode ficar sozinho em casa?
Ficar sozinho em casa por períodos muito longos pode ser um problema para o Akita já que ele é muito apegado a sua família. Isso pode gerar um comportamento indesejado e a destruição de sua mobília ou jardim.

O Akita late muito?
Isso não é um hábito normal para o Akita.

O Akita solta muito pelo?
A queda de pelo é diária e aumenta em alguns períodos, mas nada que uma boa escovação não resolva e um aspirador também.

Doenças e condições que contribuem para a obesidade

Os seres humanos são a principal causa da obesidade em gatos. Os gatos podem se tornarem obesos por muitas razões. Se a obesidade é devido à superalimentação ou simples resultado de uma doença, o resultado final é o mesmo: o gato está ingerindo mais calorias do que está gastando. Independentemente da causa da obesidade, o proprietário é responsável por regular a ingestão calórica do gato e seu gasto, e pela busca de assistência veterinária para manter o gato no peso ideal. Os seres humanos são a principal causa da obesidade em gatos. Algumas das doenças e condições mais comuns que podem contribuir para a obesidade nos gatos são discutidas abaixo.

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  • Tipo de alimento, disponibilidade e palatabilidade: Alguns gatos só comem o que precisam e fazem isso bem se a sua comida está disponível livremente (sempre disponível). Outros irão comer o quanto está disponível e, em seguida, procurar mais. Muitos gatos são mimado e outros comem qualquer coisa. Assim, a quantidade e o tipo de alimento que é ingerido e as tendências alimentares do gato podem determinar qual a probabilidade do gato se tornar obeso.O tipo de alimento tem uma relação direta com a tendência do gato se tornar obeso. Sobras de comida, guloseimas, até mesmo prêmios para gatos com muita energia podem contribuir para a obesidade. Um gato por volta de 7 anos de idade, cujo principal exercício é a caminhada de e para a tigela de comida não precisa de comida de gato com muitas calorias, enquanto seu irmão, que é um gato de celeiro e vive fora tem necessidades de mais energia e uma comida mais com mais calorias pode estar em pauta (dependendo do número de ratos capturados!)

 

  • Nível de atividade: O nível de atividade desempenha um papel importante na determinação das necessidades calóricas de um gato e, portanto, sua tendência a se tornar obeso. Um gato ativo irá utilizar mais calorias.Gatos castrados e esterilizado, em geral, precisam de menos calorias do que os gatos intactos.

 

  • Castração e esterilização: A castração e esterilização em gatos reduz sua taxa metabólica de modo que eles requerem menos calorias do que os gatos intactos. Além de mudanças no metabolismo, andrógenos e estrógenos (hormônios sexuais masculinos e femininos, respectivamente) estimulam o comportamento de passear e atividade física em geral. Estrógenos, além disso, tem o efeito de diminuir o apetite. Gatos castrados nunca tem as exigências de energia extra da gravidez ou de levantar uma ninhada.Gatos castrados e esterilizados exigem apenas 75-80% da comida dada aos gatos intactos. Como suas necessidades energéticas são menores, se alimentarmos gatos esterilizados e castrados com o que daríamos aos gatos intactos, eles, naturalmente, ganharão peso. Na verdade, a maioria dos gatos castrados e esterilizados são superalimentados e não fazem exercícios e são duas vezes mais propensos a se tornarem obesos do que os gatos intactos. Castração em si não causa obesidade, ela é a forma como nós nos importamos com os gatos depois que os predispõem a se tornarem obesos.

 

  • Genética e predisposições da raça: Algumas raças são mais propensas a ficarem acima do peso? A resposta não é tão clara como é em cães. Sabemos que algumas raças de cães têm predisposição para a obesidade. Em gatos, foi verificado que as raças mistas podem ter mais de uma tendência para se tornarem obeso do que os puros, tais como o abissínio.Os fatores genéticos que influenciam o tipo e características da gordura produzida pelo organismo têm mostrados contribuir para a obesidade em ratos e camundongos. Tais fatores podem ocorrer em gatos.

 

  • Idade: Os gatos tendem a se tornarem obesos quando estão entre 2 e 12 anos de idade, especialmente em torno dos 6 anos. Como os gatos se tornam ‘sênior’, a tendência de se tornarem obesos diminui. Os gatos jovens, também, em geral, são menos propensos a terem excesso de peso, uma vez que suas necessidades energéticas são elevadas e são geralmente mais ativos.

 

  • Ambiente social: Muitas pessoas vão reconhecer que comem mais quando estão estressadas, e muitas vezes comem menos alimentos nutritivos. Para mim, grandes quantidades de chocolate vêm à mente. Alguns gatos podem ter respostas semelhantes ao estresse.Os gatos que vivem com vários outros gatos ou até mesmo com famílias com outros animais de estimação podem ter tendência a comerem mais e/ou mais rápido do que aqueles em casas com um gato. A mudança de comportamento quando os outros animais estão presentes é chamado de “facilitação social”. A competição por alimento, seja real ou percebida, faz com que alguns gatos se tornem muito mais focados em sua comida e pode levar à obesidade.
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  • Ambiente físico: Manter a temperatura do corpo é uma tarefa que consome energia. Quando um gato está em um ambiente com uma temperatura abaixo de zero, suas necessidades calóricas aumentam drasticamente. Por outro lado, um gato dentro de casa utiliza relativamente poucas calorias para manter a temperatura corporal normal.

 

  • Medicamentos: Vários medicamentos podem influenciar o metabolismo e o apetite. Estes incluem os glicocorticoides como a prednisona e a dexametasona, os barbitúricos tais como fenobarbital, que são usados para controlar a epilepsia, e uma classe de fármacos designados benzodiazepinas, que inclui o valium.

 

  • Hipotireoidismo: No hipotireoidismo, o corpo do gato produz menos hormônio da tireoide. Hormônios tireoidianos influenciam a taxa metabólica. Menos hormônio da tireoide significa menor taxa metabólica e as necessidades de energia mais baixas. Um gato normal irá se tornar obeso se ​​desenvolve hipotireoidismo e for alimentado com a mesma quantidade que foi alimentado quando ele era saudável. O hipotireoidismo é uma condição incomum em gatos, mas pode ocorrer.É muito difícil fazer com que um gato com hipotireoidismo perca peso, mesmo quando alimentados com uma dieta de redução de peso. Ao tratar o hipotireoidismo em conjunto com um programa de controle de peso, as chances de sucesso são muito maiores.

 

  • Doença de Cushing (hiperadrenocorticismo): a doença de Cushing é uma doença na qual a glândula suprarrenal produz um nível muito elevado de glicocorticoides. Os glicocorticoides podem alterar o metabolismo e causar um aumento de apetite e aumento da deposição de gordura. Mais uma vez, além de se iniciar um programa de controlo de peso, a doença de Cushing deve ser administrada se o gato conseguir perder peso. A doença de Cushing é rara em gatos, mas pode ocorrer.

 

  • Insulinoma: Um insulinoma é um tumor que ocorre no pâncreas. É um tumor que consiste em células que produzem insulina. Um gato com um insulinoma produz muita insulina. A insulina tende a aumentar a ingestão de alimentos e promover a geração de tecido, incluindo gordura. Insulinomas são raros em gatos.

 

  • Glândula pituitária do cérebro e doenças: A glândula pituitária é muitas vezes chamada de “glândula mestra” porque produz hormônios em si e regula a produção de hormônios da maioria das outras glândulas. Se a glândula pituitária está funcionando de forma anormal, alterações nos níveis de vários hormônios podem alterar o metabolismo do gato, apetite e deposição de gordura.  O hipotálamo no cérebro regula o apetite. Anormalidades no hipotálamo poderiam explicar casos raros de aumento do apetite, resultando em obesidade.

Fonte: Site Tudo Sobre Gatos